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Ciência e Tecnologia

Caravana da Embrapa orienta comunidades no Nordeste

Manejo

Técnicos rurais e de cooperativas do Maranhão e Piauí recebem informações para o controle de pragas em lavouras
por Portal Brasil publicado: 22/01/2014 11h28 última modificação: 30/07/2014 01h33
Divulgação/Embrapa 27 pesquisadores e técnicos compõem a Caravana Embrapa de Alerta às Ameaças Fitossanitárias

27 pesquisadores e técnicos compõem a Caravana Embrapa de Alerta às Ameaças Fitossanitárias

Nesta semana, a Caravana Embrapa de Alerta às Ameaças Fitossanitárias passa pelo Maranhão e pelo Piauí para levar informações sobre o manejo da lagarta Helicoverpa armigera e de outras pragas que atacam as lavouras.

Pesquisadores da Empresa e de instituições parceiras orientam técnicos da extensão rural e de cooperativas, além de representantes dos sindicatos e associações rurais das regiões de Balsas (MA) e de Bom Jesus (PI) para que atuem como multiplicadores de conhecimentos sobre a praga que causou prejuízos bilionários às lavouras brasileiras na última safra.

Na terça-feira (21) a Caravana esteve em Balsas (MA), no Auditório da Faculdade de Balsas (Unibalsas), e na quinta-feira (23) estará em Bom Jesus (PI), no Auditório Central da Universidade Federal do Piauí (UFPI).

Em cada município, a equipe apresentará informações técnicas sistematizadas da Embrapa sobre a identidade das ameaças fitossanitárias, os riscos associados e as estratégias fundamentais para manejo e recomposição do equilíbrio agroecológico com propósito de ampliar as bases de sustentação para o controle de pragas. Em seguida, será feita uma análise dos problemas fitossanitários da região.

Após as apresentações, será promovido um debate para que o público possa conversar com os especialistas, trocar experiências e tirar dúvidas. Também serão distribuídos materiais informativos produzidos pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) sobre identificação e controle da Helicoverpa armigera e sobre o Manejo Integrado de Pragas (MIP). Diversos conteúdos podem ser acessados na Internet.

Caravana

Composta por 27 pesquisadores e técnicos divididos por equipes, a Caravana Embrapa de Alerta às Ameaças Fitossanitárias começou suas atividades em dezembro com eventos em Goiás, no Distrito Federal e no Rio Grande do Sul, reunindo mais de 1,3 mil extensionistas e técnicos rurais. Até março, os especialistas percorrerão todas as regiões produtoras do País, levando informações emergenciais sobre o manejo da Helicoverpa armigera.

As atividades foram retomadas em janeiro. Uma equipe visitou, na última semana, o Mato Grosso. Além do Maranhão e do Piauí, onde estão sendo realizados os eventos nesta semana, pesquisadores vão passar pelo Mato Grosso do Sul no final do mês.

A Caravana seguirá ainda para os polos agrícolas da Bahia, de Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Tocantins, São Paulo, Amapá, Roraima e Pará.

Segundo o assessor da Diretoria-Executiva de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Paulo Roberto Galerani, mais do que orientações e técnicas necessárias para a solução de problemas causados pela Helicoverpa armigera, a Caravana busca levar a mudança no campo, reforçando para os produtores a importância da adoção do manejo integrado, com foco no agroecossistema como um todo. “Assim teremos um cenário mais favorável já na próxima safra. É importante que os produtores saibam que o resultado não será imediato, mas dependerá de uma mudança de atitude para que eles possam controlar a infestação da praga em sua lavoura”, explica.

A Caravana é uma iniciativa da Embrapa e conta com apoio da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja) e Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

No Maranhão, o evento será realizado em parceria com a Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e de Extensão Rural do Maranhão (AGERP-MA), da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Maranhão (Sagrima) e da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED-MA).

No Piauí, o encontro tem apoio da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Piauí (SDR), da Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (ADAPI) e da UFPI.

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Fonte:
Embrapa

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