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Ciência e Tecnologia

Sistema de informação sobre o Semiárido é prioridade em 2014

Gestão

Insa/MCTI irá reunir na internet as informações que se encontram dispersas, a fim de torná-las acessíveis aos cidadãos
por Portal Brasil publicado: 23/01/2014 12h08 última modificação: 30/07/2014 01h33

O Sistema de Gestão da Informação e do Conhecimento do Semiárido Brasileiro (Sigsab) é a prioridade do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), neste ano. A afirmação é do diretor do instituto, Ignacio Hernán Salcedo.

“Em 2014, o Instituto terá como prioridade consolidar o Sigsab e disponibilizar o acesso à sociedade, de modo que propicie a geração de novas pesquisas que valorem o potencial do Semiárido brasileiro e subsidie políticas públicas adequadas à realidade da região”, diz.

O sistema se encontra em processo de formulação e construção desde o começo do ano passado. Terá dois portais web, um destinado ao campo científico e outro destinado ao campo social e produtivo, cuja diferença será a segmentação da linguagem para dialogar com o público acadêmico e com as comunidades tradicionais.

Neles estarão disponíveis dados necessários ao compartilhamento e difusão de informações, voltadas ao fortalecimento dos estudos em ciência, tecnologia e inovação para a região, e as experiências bem-sucedidas dos produtores rurais experimentadores. A ideia é reunir as informações que se encontram dispersas, a fim de torná-las acessíveis aos cidadãos.

Balanço

Salcedo avaliou 2013 como muito produtivo. No ano, os pesquisadores desenvolveram atividades de pesquisa e produção científica nas áreas de desertificação, sistemas de produção, recursos hídricos, biodiversidade, tecnologias sociais e gestão da informação e do conhecimento voltadas para o Semiárido brasileiro.

As frentes incluíram combate à cochonilha-do-carmim; difusão do gado pé-duro; combate à desertificação; bioprospecção, conservação e avaliação dos recursos genéticos e bioquímicos da Caatinga; reúso de água; produção de hortaliças em sistemas hidropônicos; mapeamento, estudos e difusão das tecnologias sociais produzidas por comunidades tradicionais; formação educacional em cursos de pós-graduação; discussão de modelos de economia criativa direcionados ao crescimento solidário de comunidades; difusão e reflexão sobre o campo de ciência, tecnologia e inovação a partir do diálogo permanente com diferentes segmentos da sociedade; e educação científica e ambiental.

Leia o balanço publicado pelo instituto.

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação 

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