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Ciência e Tecnologia

Portugal oferece mestrado em Engenharia do Petróleo

Qualificação

Curso na Universidade de Lisboa terá como foco tecnologia de exploração petrolífera em águas profundas e ultraprofundas
por Portal Brasil publicado: 20/03/2014 12h51 última modificação: 30/07/2014 01h35

Será lançado, no próximo 31 de março, o primeiro curso de mestrado em engenharia do petróleo em Portugal. A iniciativa nasceu de entendimentos entre o recém-criado Instituto do Petróleo e do Gás (ISPG), constituído pela Galp Energia e pelas Universidades de Aveiro, Coimbra (Lisboa), Minho, Nova de Lisboa e Instituto Superior Técnico e a Heriot-Watt University (HWU), de Edimburgo (Escócia).

Será lecionado em Lisboa, no campus da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e deverá ter por foco a tecnologia de exploração petrolífera em águas profundas e ultraprofundas.

Segundo o CEO da Galp, Manuel Ferreira de Oliveira, a iniciativa procura responder à grande escassez global de mão-de-obra qualificada nesta área que, como se sabe, deverá apresentar uma das maiores demandas por engenheiros nos próximos anos.

Nesse sentido, o CEO citou estudo recente da Underwater Technology Foundation (UTF), com sede na Noruega, que estima crescimento anual de 7% da demanda por profissionais com formação avançada neste setor.

Isso significaria um aumento dos trabalhadores empregados dos atuais 92 mil para 150 mil em 2020. Segundo o mesmo estudo, Brasil, Austrália, Angola e Nigéria estariam entre os mercados onde esta procura será mais acentuada.

As contratações recentes da própria Galp Energia exemplificam esta situação de escassez. Nos últimos três anos, a empresa duplicou o número de trabalhadores qualificados em sua área de exploração e pesquisa, principalmente em vista das importantes concessões que detém no pré-sal brasileiro e em Angola, além da costa portuguesa.

Em vista da concentração de interesses da Galp nos mercados lusófonos, a expectativa é a de que o curso dê preferência a alunos desses países, embora esteja aberto a candidatos de qualquer origem. Ao que se sabe, já há mais de 200 candidaturas para curso, sendo cerca de 100 do Brasil.

O curso deverá ter forte componente prática e experimental e sua duração está prevista para 12 meses, incluindo viagens a locais de exploração e pesquisa. Informações detalhadas e contatos para inscrição estão disponíveis no sítio-web do ISPG:

Fonte:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

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