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Ciência e Tecnologia

Laboratório de estruturas leves apoiará o setor aeroespacial

Ciência espacial

Espaço inaugurado nesta sexta (16) apoiará o desenvolvimento de projetos complexos, como grandes estruturas em fibra de carbono
por Portal Brasil publicado: 16/05/2014 15h39 última modificação: 30/07/2014 01h39

As empresas do setor aeroespacial já instaladas no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP) serão as primeiras beneficiárias da infraestrutura tecnológica do Laboratório de Estruturas Leves (LEL). O laboratório será inaugurado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) nesta sexta-feira (16).

O desenvolvimento de projetos aeroespaciais complexos, como o de grandes estruturas em fibra de carbono, hoje só disponível por meio de parcerias com laboratórios de pesquisa no exterior, começa a se tornar realidade no Brasil. “As novas ferramentas garantem rapidez de produção e qualidade da peça final”, afirma o diretor do LEL, Hugo Resende.

O espaço, segundo Resenta, está equipado com ferramental que permite produzir estruturas planas ou de pequena curvatura, de até 12 metros de comprimento por quatro metros de largura, enquanto outro viabiliza componentes cilíndricos de até três metros de diâmetro e quatro metros de comprimento.

Resende informa que também será possível investigar métodos automáticos de junção de chapas metálicas, visando diminuição significativa de peso e melhoria da qualidade final das peças.

O diretor do Parque, Horácio Forjaz, que trabalhou por quase 30 anos na Embraer, diz que neste espaço a empresa poderá testar técnicas de produção de avião inteiramente em material composto. “São equipamentos capazes de reproduzir o tamanho de uma fuselagem inteira de uma aeronave.”

O laboratório, que teve investidos R$ 46,7 milhões e foi financiado com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), IPT, governo de São Paulo e prefeitura local. O laboratório apoiará o desenvolvimento de projetos estruturantes para a indústria aeronáutica, nas áreas de materiais metálicos avançados, tecnologia de compósitos (feitos de polímeros com reforço de algum tipo de fibra) e processos de laminação automatizados.

>> Saiba mais.

Fonte:
Agência Espacial Brasileira

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