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Ciência e Tecnologia

Instituto Mamirauá testa energia solar em campos de futebol

Sustentabilidade

Parceria levou luzes de LED a dois campos de futebol no interior do Amazonas. Iniciativa irá beneficia cerca de 60 famílias
por Portal Brasil publicado: 05/05/2014 20h08 última modificação: 30/07/2014 01h38

Duas comunidades no interior do Amazonas agora jogam futebol à noite. O Instituto Mamirauá, em parceria com a Philips e o Instituto Ideeas, instalou postes com lâmpadas LED em dois campos de futebol, um na Reserva Amanã e outro na Reserva Mamirauá.

A nova opção de lazer beneficia cerca de 60 famílias. O campo tem aproximadamente 1.000 metros quadrados e baterias que captam a energia solar com autonomia de cerca de oito horas. O sistema, instalado em em abril, é constituído de dois módulos fotovoltaicos de 130 volts, uma bateria de 200A e um controlador de corrente contínua de 12 volts. Durante todo o dia, a energia luminosa do sol é armazenada na bateria e à noite a energia volta para a forma de luz.

Segundo o técnico Otacílio Brito, do Programa Qualidade de Vida do Instituto Mamirauá, o interessante desse sistema é que ele tem um timer interno que está programado para ligar automaticamente quando escurece. A duração das baterias deve ser de cinco anos.

“O sonho de todas as comunidades é ter um sistema desses. Agora, eu acredito que elas vão ver que dá certo e vão lutar para ter esse modelo de campo ou outros equipamentos ligados em energia solar. No nosso caso, nós queríamos a energia solar para armazenar frutas, assim, a gente ia poder comercializar”, exemplificou Davi Pereira Feitosa, presidente da Comunidade Vila Nova do Amanã, uma das beneficiadas, no município de Maraã (AM).

Finalista em desafio

O Instituto Mamirauá é finalista do Desafio de Impacto Social Google Brasil com o projeto Gelo Solar: Tecnologia para Conservação de Alimentos em Comunidades Isoladas da Amazônia. Caso seja vencedora, a organização e o Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo usarão uma máquina de gelo solar inovadora, que não utiliza baterias, para resolver o problema da conservação de alimentos e comercialização do pescado e polpas de frutas em comunidades da região.

Sobre o Instituto Mamirauá

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM) foi criado em abril de 1999. É uma Organização Social fomentada e supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), atuando como uma das unidades de pesquisa do MCTI. Seu primeiro Diretor Geral foi o primatólogo José Márcio Ayres.

Desde o início, o Instituto  desenvolve suas atividades por meio de programas de pesquisa, manejo e assessoria técnica nas áreas das Reservas Mamirauá e Amanã, na região do Médio Solimões, Estado do Amazonas. Juntas, estas reservas somam uma área de 3.474.000 ha. Por intermédio de convênios com o Governo do Estado do Amazonas, o Instituto Mamirauá apoia a gestão destas reservas. Saiba mais.
 

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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