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Ciência e Tecnologia

Oficinas estimulam discussões sobre higiene na ordenha

Produção

As oficinas trataram de cuidados antes da ordenha, como manter o local limpo e arejado, assear o animal e limpar apetrechos utilizados
por Portal Brasil publicado: 31/05/2014 15h30 última modificação: 30/07/2014 01h39

Hábitos adequados podem garantir a qualidade de produtos de origem animal e prevenir doenças. Para ajudar os ribeirinhos a aperfeiçoar essa prática e melhorar a qualidade do leite, a pesquisadora Sara Rufino, do Instituto Mamirauá, ministrou oficinas de ordenha manual na Reserva Amanã, nas comunidades São João do Ipecaçu e Santo Estevão.

As oficinas, na semana passada, trataram de cuidados antes da ordenha, como manter o local limpo e arejado, assear o animal e limpar os apetrechos utilizados. Também abordaram pontos durante a extração, como ordenar corretamente os animais, limpar o úbere, desprezar os primeiros jatos de leite – bem como o leite de animais doentes e em tratamento – e evitar escovação ou distribuição de ração durante o processo. E cuidados após a ordenha, como colocar as tetas em solução de glicerina iodada e higienizar os vasilhames e utensílios.

Apesar de a ordenha ser uma tarefa secundária para os pequenos criadores da Reserva Amanã, no período de lactação dos animais a atividade se torna valorizada e revela potencial organizacional. Doutoranda em engenharia de processos, Sara Rufino explica que a oficina visou esclarecer a importância da higiene em todas as etapas do processo. “Tudo que tem relação à qualidade do leite. Bem como algumas zoonoses, importância e benefícios da pasteurização do leite", pontua a pesquisadora.

As oficinas realizadas pelo Programa de Manejo de Agroecossistemas fazem parte das ações do projeto Participação e Sustentabilidade: o Uso Adequado da Biodiversidade e a Redução das Emissões de Carbono nas Florestas da Amazônia Central (BioREC), desenvolvido pelo Instituto Mamirauá com financiamento do Fundo Amazônia. Ao todo, 22 ribeirinhos participaram da conscientização.

Fonte:

Ministério de Ciência e Tecnologia

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