Você está aqui: Página Inicial > Ciência e Tecnologia > 2014 > 05 > Produção de urânio da INB é transportada para a Europa

Ciência e Tecnologia

Produção de urânio da INB é transportada para a Europa

Combustível Nuclear

O material é enviado para a Europa para passar pelo processo de conversão e enriquecimento
por Portal Brasil publicado: 16/05/2014 18h41 última modificação: 30/07/2014 01h39

Uma carga contendo 119 toneladas de concentrado de urânio embarcou para a França, onde será enriquecido. O material foi retirado das minas de Caetité (BA) e depois retornará ao pais para ser enviado a Fábrica de Combustível Nuclear da Indústrias Nucleares do Brasil (INB), localizada em Resende (RJ).

Embora detenha a tecnologia, a fábrica em Resende está sendo implantada por módulos e ainda não tem capacidade para atender toda a demanda de produção. Por isso, o material é enviado para a Europa para passar pelo processo de conversão e enriquecimento.

O transporte entre a usina de Caetité e o Porto de Salvador transcorreu normalmente. A carga foi escoltada pela Polícia Rodoviária Federal e acompanhada por uma equipe de segurança radiológica da INB. Toda a operação é observada também pelo Sistema de Proteção ao Programa Nuclear (Sipron).

O envio do concentrado de urânio aconteceu em 7 de maio. De acordo com norma da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen/MCTI) o transporte de carga radioativa não pode ser divulgado com antecedência, com o intuito de se evitar sabotagem, roubo ou atos de terrorismo.

Criada em 1988, a INB sucedeu a Nuclebrás e, em 1994, tornou-se uma única empresa ao incorporar suas controladas - Nuclebrás Enriquecimento Isotópico S.A. (Nuclei); Urânio do Brasil S.A. e Nuclemon Mínero-Química Ltda, absorvendo suas atividades e atribuições.

Vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a INB tem sua sede na cidade do Rio de Janeiro e está presente nos estados da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. 

A INB adota padrões internacionais de segurança em suas unidades industriais que garantem a qualidade de seus produtos, a preservação do meio ambiente, a segurança e a saúde de seus empregados e o bem estar das populações.

Fontes:

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Indústrias Nucleares do Brasil 

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Consulta Pública sobre Marco Legal
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação promove um processo de Consulta Pública em duas fases. Saiba como participar
Brasil reduz emissão de gás carbônico
Brasil reduz 53,5% do total de gás carbônico (CO2) emitido pelo na atmosfera entre 2005 e 2010
100 anos da Academia Brasileira de Ciências
A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Emília Ribeiro, convocou pesquisadores a se unirem pelo futuro do Brasil
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação promove um processo de Consulta Pública em duas fases. Saiba como participar
Consulta Pública sobre Marco Legal
Brasil reduz 53,5% do total de gás carbônico (CO2) emitido pelo  na atmosfera entre 2005 e 2010
Brasil reduz emissão de gás carbônico
A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Emília Ribeiro, convocou pesquisadores a se unirem pelo futuro do Brasil
100 anos da Academia Brasileira de Ciências

Últimas imagens

Reagentes do teste estão em produção e serão distribuídos para centros de pesquisa e laboratórios do País
Reagentes do teste estão em produção e serão distribuídos para centros de pesquisa e laboratórios do País
Divulgação/Fiocruz
Satélite deve ser colocado em órbita no segundo semestre de 2016
Satélite deve ser colocado em órbita no segundo semestre de 2016
Divulgação/Finep
Melhores classificados representarão o Brasil nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2017
Melhores classificados representarão o Brasil nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2017
Divulgação/MCTI
Pesquisadora Rose Monnerat diz que bioinseticida pode ser adicionado em qualquer lugar que acumule água ou tenha potencial para ser um criadouro do Aedes aegypti
Pesquisadora Rose Monnerat diz que bioinseticida pode ser adicionado em qualquer lugar que acumule água ou tenha potencial para ser um criadouro do Aedes aegypti
Divulgação/Embrapa
Radares Atlas e Adour foram modernizados
Radares Atlas e Adour foram modernizados
Divulgação/AEB

Governo digital