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Ciência e Tecnologia

Reunião detalha lançamento de pequenos satélites brasileiros

Nanossatélites

Empresa japonesa é a responsável técnica pelos dispositivos nacionais a serem lançados no segundo semestre deste ano
por Portal Brasil publicado: 15/05/2014 18h44 última modificação: 30/07/2014 01h39

Aspectos técnicos e contratuais envolvendo o lançamento do satélite no segundo semestre de pequeno porte do Sistema Espacial para Realização de Pesquisas e Experimentos com Nanossatélites (Serpens), a partir da Estação Espacial Internacional (ISS na sigla em inglês), foram discutidos nesta semana na Agência Espacial Brasileira (AEB).

Durante segunda (12) e terça-feira (13), participaram dos encontros a engenheira Chantal Cappelletti, coordenadora do programa Serpens, o engenheiro Shigeru Imai, o gerente de marketing Atsushi Ace Nakayama, ambos da Japan Manned Space Systems Corporation (Jamss), e bolsistas da AEB integrantes do projeto. A empresa japonesa é a responsável técnica pelo lançamento dos pequenos satélites nacionais da ISS.

Nesta quarta-feira (14) os japoneses seguiram para o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP), onde visitaram o Laboratório de Integração e Testes (LIT) e discutiram detalhes do pequeno satélite Aesp-14 e do CanSat Tancredo-1, também programados para lançamento a partir da ISS este ano.

O Aesp-14 é um cubeSat desenvolvido pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) em parceria com o Inpe e o Tancredo-1 foi produzido por alunos de uma escola pública de Ubatuba (SP), com orientação de técnicos do Inpe.

Serpens

O projeto Serpens, coordenado pela AEB, tem a participação de quatro universidades publicas brasileiras, duas norte-americanas e uma espanhola. De forma mais ampla ele visa a qualificar engenheiros da Agência, estudantes, docentes e pesquisadores vinculados a cursos de engenharia espacial e de algumas instituições federais com atuação nestas áreas do conhecimento.

A primeira missão do programa Serpens é científica e foi idealizada para embarcar três cargas úteis, que fornecerão dados e informações científicas e tecnológicas para as instituições envolvidas no seu desenvolvimento.

Fonte:
Agência Espacial Brasileira

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