Ciência e Tecnologia
Brasil supera mil pontos de acesso a serviço de rede sem fio
Ensino e pesquisa
Durante os primeiros cinco meses do ano, com a adesão de novas instituições ao eduroam, o Brasil passou a ter mais de mil pontos de acesso a esse serviço de rede sem fio segura voltado para a comunidade acadêmica, atingindo a marca de 1.046 pontos no início de junho. Com isso, a América Latina passa a ser a segunda região do planeta com maior cobertura de rede sem fio.
Esse crescimento no Brasil e, consequentemente, na América Latina foi alavancado nos últimos dois anos pelos resultados obtidos pelo projeto Europe Latin America Collaborative e-Infraestructure for Research Activities (Elcira), que incentiva o desenvolvimento de serviços e ferramentas colaborativas entre a América Latina e a Europa.
Diante dessa expansão, foi formado um comitê entre os países da América Latina usuários do eduroam, a Confederação Latino-Americana, para discutir questões intrínsecas da região e levá-las ao Comitê Global de Governança do eduroam (GeGC).
O gerente de Serviços da RNP, Leandro Guimarães, foi eleito o secretário desse comitê, em reunião durante o Tical 2014, conferência que reúne os diretores de TIC das universidades latino-americanas, neste ano realizada em Cancún, no México. O gestor da RNP também representa a América Latina no comitê global, junto de Alejandro Lara, da rede acadêmica do Chile (Reuna).
Saiba mais
O eduroam (education roaming) é um serviço de acesso sem fio seguro, desenvolvido para a comunidade internacional de educação e pesquisa. A iniciativa permite que estudantes, pesquisadores eequipes das instituições participantes obtenham conectividade à Internet, através de conexão sem fio (wi-fi), dentro de seus campi e em qualquer localidade que ofereça essa facilidade como provedora de serviço.
Lançada no Brasil em 2012, a iniciativa internacional já reúne instituições de aproximadamente 60 países, unindo diversos usuários na troca de experiências e conhecimento. Além da segurança, o eduroam tem como benefícios a sua integração à Comunidade Acadêmica Federada (CAFe), a mobilidade e a facilidade de uso.
Fontes:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Rede Nacional de Ensino e Pesquisa
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