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Ciência e Tecnologia

Cursos no Instituto Mamirauá mostram ferramentas de mapeamento

Manejo florestal

Tecnologias permitem pontuar e setorizar grandes áreas onde se pretende manejar recursos ou realizar pesquisas
por Portal Brasil publicado: 05/06/2014 19h12 última modificação: 30/07/2014 01h40

O mapeamento é parte considerável trabalho de campo dos profissionais que atuam no Instituto Mamirauá. Diversas ferramentas permitem pontuar e setorizar grandes áreas onde se pretende manejar recursos ou realizar pesquisas. Pensando nessas questões, a instituição promove dois cursos nesta semana: GPS + GPS TrackMaker e ArcGis.

Doze participantes acompanham as atividades, que começaram na terça-feira (3) e se encerram na sexta (6). O grupo está ligado aos programas de Manejo Florestal Comunitário, Manejo de Agroecossistemas e Manejo de Pesca, além dos participantes ligados ao Grupo de Pesquisa em Ecologia Florestal.

Para o geógrafo ministrante dos cursos, Leandro Barbini, esse tipo de formação mostra como fazer o melhor usos de tais ferramentas, tanto nas atividades em campo, capturando dados, quanto no pós-campo, com a montagem de um sistema de informações geográficas.

“Isto permite que cada um trabalhe de forma autônoma, mas também permite setorizar o trabalho: não precisa todo mundo fazer os mesmos mapas. Conforme o objetivo de cada trabalho, é possível setorizar e fazer um conjunto de mapas ou até mapas produzidos em equipe”, diz Barbini.

A coordenadora do Programa de Manejo Florestal Comunitário, Elenice Nascimento, afirma que conhecer os recursos do GPS , TrackMaker e ArcGis é “essencial para as atividades realizadas em campo por esses programas, além de facilitar a produção dos mapas de suas áreas, acrescentando uma ferramenta a mais para análise dos resultados destas atividades.”

Os cursos fazem parte das ações do projeto “Participação e Sustentabilidade: o Uso Adequado da Biodiversidade e a Redução das Emissões de Carbono nas Florestas da Amazônia Central” –BioREC – desenvolvido pelo Instituto Mamirauá com financiamento do Fundo Amazônia.

Fontes:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Instituto Mamirauá

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