Ciência e Tecnologia
Nuclep inaugura laboratório de informática
Inovação
Como parte da comemoração do 34ª aniversário, a Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A (Nuclep) inaugurou o novo laboratório de informática, que servirá para o treinamento dos jovens aprendizes e a qualificação permanente do corpo profissional da empresa. O espaço deve contar com moderna máquina de corte de chapa, que otimizará todo o processo de produção.
O Laboratório de Informática, que recebeu recursos da Emenda Parlamentar do deputado federal por São Paulo, Vicente Cândido, é um espaço destinado não apenas aos aprendizes, mas será de grande valia para o processo de qualificação continuada, oferecendo aos profissionais as ferramentas mais modernas para um aprendizado perfeito.
Já a máquina de corte, permitirá mais agilidade no desenvolvimento dos processos e na produção, assim como se conecta aos requisitos de rastreabilidade exigidos nos mercados nacional e internacional.
Para o presidente Jaime Cardoso, este é um momento de celebrar as conquistas, que vão desde a criação de um fórum de discussão e busca de soluções para os problemas da empresa até a inserção de novos equipamentos. “Estamos investindo na modernização do parque fabril, mas nosso foco são os trabalhadores”, afirmou.
O diretor Industrial, Liberal Zanelatto fez um balanço das conquistas da Nuclep com a implantação de um fórum de discussões, que reúne, semanalmente, profissionais de diversas áreas. A novidade já forneceu muitas respostas a uma série de questões internas, priorizando as mais sensíveis aos trabalhadores.
“É importante lembrar que, aquilo que começou como uma simples reunião, hoje é uma importante ferramenta de gestão da empresa e vem contribuindo para a construção de uma Nuclep melhor para todos”, afirmou o diretor.
Sobre a empresa
Criada pelo Decreto 76.805, de 16 de Dezembro de 1975, a Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A (Nuclep) nasceu voltada para a Inovação e Tecnologia. Seu propósito era construir os equipamentos de reposição das usinas nucleoelétricas de Angra 1 e 2, assim como todos os componentes para as futuras plantas.
Por conta da indefinição do Programa Nuclear Brasileiro, em meados da década de 2000, diversificou seu portfólio, sempre tendo como norteador a necessidade estratégica da Nação de ampliação o conteúdo local em grandes projetos. Com isso, respondeu com excelência ao chamado para produzir, pela primeira vez na América Latina, os cascos semissubmersíveis para plataformas (P-51 e P-56), para a Petrobras, mostrando que a indústria nacional era capaz de competir com os estaleiros internacionais.
Também, atendendo a outra necessidade nacional, trouxe para o parque industrial de Itaguaí, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, a produção dos cascos resistentes de submarinos. A princípio, os submarinos com tecnologia alemã, entregues à Marinha do Brasil. Agora, produzindo os cascos para os quatro submarinos convencionais e um a propulsão nuclear, da classe Scorpéne, com tecnologia francesa.
Através da excelência da Nuclep o Brasil entra no seleto grupo dos construtores de submarinos, junto com Estados Unidos, Rússia, China, Grã-Bretanha, Alemanha e França.
Ainda com essa visão inovadora, foi a primeira empresa a levar para a área fabril um centro de treinamento e formação de mão de obra, o Centro de Treinamento Técnico (ITT), referência para o programa “Escola de Fábrica” do governo federal. O ITT trabalha não apenas com a formação dos novos profissionais para o mercado, mas também no processo de qualificação permanente de seus trabalhadores, um dos lemas da empresa.
Fonte:
Portal Brasil com informações da Nuclep e Ministério de Ciência e Tecnologia
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