Ciência e Tecnologia
Agência internacional elogia qualidade da Indústrias Nucleares do Brasil
Energia nuclear
O diretor-geral do Departamento de Salvaguardas da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Tero Varjoranta, elogiou o desenvolvimento tecnológico da Indústrias Nucleares do Brasil (INB). Nesta quarta-feira (16), ele visitou a Fábrica de Combustível Nuclear, em Resende (RJ).
O representante da agência ligada à Organização das Nações Unidas (ONU) conheceu as instalações das unidades de reconversão, pastilhas, montagem do elemento combustível e a usina de enriquecimento isotópico de urânio.
“Eu vejo um impressionante desenvolvimento tecnológico. Esta é uma tecnologia complicada e delicada para se trabalhar. Também encontrei aqui na INB uma boa base de trabalho na área de salvaguardas”, ressaltou Varjoranta.
De acordo com o presidente da INB, Aquilino Senra, a visita foi um importante encontro para o setor nuclear brasileiro. “Foi uma oportunidade para a INB demonstrar que atua com transparência, desenvolvendo seu trabalho dentro dos mais altos padrões de tecnologia e de segurança nesta área de tecnologia sensível”, destacou Senra ao lembrar que o setor nuclear mundial se encontra em expansão.
Sobre as INB
As Indústrias Nucleares do Brasil atuam na cadeia produtiva do urânio, da mineração à fabricação do combustível que gera energia elétrica nas usinas nucleares. Vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a INB tem sua sede na cidade do Rio de Janeiro e está presente nos estados da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
A INB adota padrões internacionais de segurança em suas unidades industriais que garantem a qualidade de seus produtos, a preservação do meio ambiente e a segurança e a saúde de seus empregados e o bem estar das populações.
A INB visa garantir o fornecimento do combustível nuclear para geração de energia elétrica, com segurança, qualidade, transparência e responsabilidade social e ambiental, através de uma gestão integrada, diversificação da linha de produtos e autonomia tecnológica na fabricação do combustível.
Fontes:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Indústrias Nucleares do Brasil
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