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Ciência e Tecnologia

Cientista brasileira integra Legião de Honra de congresso internacional

Biologia de Peixes

Vera Almeida é a primeira brasileira no cargo do congresso, que debate avanços de ecossistemas aquáticos do planeta desde 1994
por Portal Brasil publicado: 22/08/2014 19h05 última modificação: 22/08/2014 19h05

A pesquisadora Vera Maria Fonseca de Almeida-Val, uma das líderes do Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular (Leem), do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), tornou-se a primeira brasileira a ser admitida na Legião de Honra do Congresso Internacional de Biologia de Peixes, criada em 2000. Além dela, as pesquisadoras canadenses Patricia Wright e Suzie Currie foram contempladas.

"Esse é um grupo que vem contribuindo para a organização e a continuidade do Congresso desde a sua criação. Esse evento torna-se cada vez mais importante por ser um ponto de encontro e de discussão dos avanços nas pesquisas com peixes de ecossistemas aquáticos de todo o planeta", destacou Vera Maria.

A condecoração ocorreu durante a 11ª edição do congresso, realizado entre 3 e 7 de agosto, na Universidade de Heriot-Watt, em Edimburgo (Escócia). Desde 1994, o evento é promovido a cada dois anos pela American Fisheries Society (AFS), reconhecida internacionalmente como a maior e mais antiga sociedade profissional para cientistas da área de recursos pesqueiros.

Alunos do Inpa e o pesquisador Adalberto Val também participaram do encontro. Ele moderou dois simpósios: 'Peixes tropicais - uma mina de ouro biológica' e 'Mudanças climáticas e expansão de zonas mortas: dos trópicos aos polos, como os peixes irão se adaptar?'.

Sobre o Inpa

Implementado em 1954, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia tem realizado estudos científicos do meio físico e das condições de vida da região amazônica para promover o bem-estar humano e o desenvolvimento sócio-econômico regional. Atualmente, a instituição é referência mundial em biologia tropical.

Os primeiros anos do Inpa foram caracterizados pela por pesquisas, levantamentos e inventários de fauna e de flora. Hoje, com três núcleos de pesquisas localizados nos Estados do Acre, Roraima e Rondônia, o desafio é expandir de forma sustentável o uso dos recursos naturais da Amazônia.

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação 

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