Ciência e Tecnologia
Oficina analisa viabilidade econômica de agrossistemas no Semiárido
Debate
Até quinta-feira (25), a organização financeira das famílias da zona rural do Semiárido que trabalham com agrossistemas é tema dos debates promovidos pela 3ª Oficina de Formação de Pesquisadores sobre Agrossistemas no Semiárido.
Promovido a cada três anos pelo Instituto nacional do Semiárido (Insa/MCTI) em parceria com a Articulação para o Semiárido (ASA), o evento faz parte do projeto "Sistemas Agrícolas Familiares Resilientes a Eventos Ambientais Extremos no Contexto do Semiárido Brasileiro: alternativas para enfrentamento aos processos de desertificação e mudanças climáticas".
A iniciativa promove ações em Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande de Norte, Ceará e Piauí para o estudo dos agrossistemas familiares. Até o fim de 2016, o Insa e a ASA esperam ter concluído a publicação de cerca de 100 estudos de casos que auxiliem os gestores a executarem políticas públicas para as famílias que vivem nas comunidades rurais conviverem com o clima seco, baseando suas culturas agrícolas nos agrossistemas.
"Nas próximas décadas, com os investimentos necessários aplicados em ciência, tecnologia, inovação e infraestrutura, o Semiárido passará de uma região de baixa produção para alta produção de alimentos", avaliou o coordenador do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2) da ASA, Antônio Barbosa.
Segundo a Coordenação de Articulação da iniciativa, existem dez pesquisadores bolsistas locados em dez territórios dos nove estados que compõem o Semiárido brasileiro os nove estados onde existe o clima semiárido.
Fontes:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Instituto Nacional do Semiárido
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