Ciência e Tecnologia
América Latina e Caribe discutem soluções para desertificação
Evento internacional
O Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) integra o grupo de instituições que participam da reunião do Comitê Diretor da Iniciativa de Ciência e Tecnologia em Degradação de Terras e Desertificação na América Latina e Caribe (AridasLAC).
No encontro, que termina nesta terça-feira (25), em Santiago (Chile), O CGEE irá apresentar alguns trabalhos que envolvem o tema, como uma agenda para as ações de ciência e tecnologia na região. A reunião é coordenada pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).
Os colaboradores Antonio Magalhães e José Roberto de Lima farão uma apresentação sobre as contribuições do CGEE à Iniciativa AridasLAC, especialmente em relação ao Nordeste brasileiro. "A participação brasileira tem servido de inspiração para os demais países", afirma Lima.
Magalhães destaca a importância do trabalho que o CGEE desenvolve desde 2013, quando a AridasLAC foi criada. "Temos exercido um papel de liderança na formação da AridasLAC, contribuindo com documentos regionais e com os estudos sobre o Nordeste".
A reunião terá desdobramentos no side-event que está sendo organizado no âmbito da COP 20 da Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que acontece no dia 8 de dezembro, em Lima (Peru).
Seca na América Latina
Amanhã (26), José Roberto de Lima também participa da reunião com comissão do parlamento chileno responsável pelos recursos hídricos, em que será debatida a questão da desertificação na América Latina. "O CGEE, além de contribuir destacadamente com a AridasLAC, possui contato com experiências de outras instituições nacionais que têm interface com a agenda de terras áridas e semi-áridas no país", explica.
Ele também foi convidado a participar, no dia 27, do evento organizado pelo governo do Chile sobre captação e racionamento de água da chuva. Na ocasião, ele fará uma apresentação sobre políticas e tecnologias voltadas ao Semiárido brasileiro.
"O Chile está passando por uma grande seca, que, na verdade, atinge também a Argentina, o Peru e a Bolívia. O governo chileno está preparando políticas de racionamento de água", informa Magalhães.
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