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Ciência e Tecnologia

Projeto avalia nível de mercúrio no Rio Negro

Pesquisas da Amazônia

Primeira etapa coletou material para análise nas comunidades de Livramento, Santa Izabel do Apuaú e Carvoeiro (AM)
por Portal Brasil publicado: 03/11/2014 11h39 última modificação: 03/11/2014 11h39
Divulgação/patrimoniodetodos.gov Projeto visa desenvolver e validar as metodologias em busca de uma metaloproteína que possa ser um biomarcador de toxidade do mercúrio em peixes e em seres humanos

Projeto visa desenvolver e validar as metodologias em busca de uma metaloproteína que possa ser um biomarcador de toxidade do mercúrio em peixes e em seres humanos

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) participa de uma expedição técnico-científica pela bacia do Rio Negro para avaliar a quantidade de mercúrio nas águas da região.

O projeto "Biomarcadores de toxidade do mercúrio aplicados ao setor hidrelétrico na região Amazônica" visa desenvolver e validar as metodologias em busca de uma metaloproteína que possa ser um biomarcador de toxidade do mercúrio em peixes e em seres humanos.

A pesquisa será executada com pesquisadores das universidades de Brasília (UnB), Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Estadual Paulista, por meio do Instituto de Química de Araraquara (IQ-Ar/Unesp) e da empresa Venturo Análises Ambientais.

A primeira etapa consiste na coleta de amostras de peixes e de leite materno para o desenvolvimento dos estudos. As coletas de amostras de leite materno serão feitas na comunidade do Livramento, situada na margem esquerda do Baixo Rio Negro; no Igarapé do Tarumã-Mirim, na Reserva Sustentável do Tupé; e em Santa Izabel de Apuaú, localizada no Médio Rio Negro, distante de Manaus aproximadamente três horas.

As amostras de peixe, especificamente o tucunaré (Cichla spp.), serão coletadas nas proximidades da comunidade de Carvoeiro, no Médio Rio Negro, próximo ao município de Barcelos. As atividades começaram no dia 20 de outubro e prosseguiram até domingo (2).

"Quando tivermos identificados os biomarcadores da toxicidade do mercúrio será possível criar indicadores de vigilância ambiental rápidos e seguros, pois é importante para o setor hidrelétrico ter informações das reais alterações do ambiente e fazer um desenvolvimento mais sustentável possível", ressalta o pesquisador da UnB e coordenador do projeto, Luiz Fabricio Zara.

O projeto tem duração de quatro anos e começou em 2013 pela bacia do Rio Madeira, em Rondônia. A pesquisa será desenvolvida em três eixos temáticos: aspectos ambientais e a dinâmica do mercúrio; metalômica e ictiofauna; metalômica e leite materno. A metalômica é uma ciência nova que agrega a química analítica, bioquímica e química inorgânica.

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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