Ciência e Tecnologia
Seminário apresenta pesquisas desenvolvidas pela Rede CTPetro Amazônia
Inovação
Como parte da programação do seminário que marca o encerramento do projeto Rede CTPetro Amazônia, no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus (AM), foram apresentados, nesta última segunda-feira (3), os resultados do projeto desenvolvidos durante os 11 anos de existência.
Os projetos incluem o desenvolvimento de uma tecnologia para a redução do impacto ambiental nas áreas desmatadas pela exploração de petróleo e gás, a formação de mais de 200 mestres e doutores e cerca de 300 trabalhos publicados em periódicos. O evento segue até esta terça-feira (4).
"O seminário é uma síntese de um trabalho realizado ao longo de 11 anos na região de Urucu, em parceria com a Petrobras e financiado pela Finep. Foi uma experiência muito boa para as nossas instituições e para a região", destacou o coordenador do projeto, o pesquisador do Inpa Luís Antônio de Oliveira.
Cooperação
A Rede CTPetro foi criada em 2001 e recebeu financiamento da ordem de R$ 11 milhões oriundos da Finep, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e da Petrobras.
Além disso, agregou instituições do Pará e do Amazonas, como Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Universidade Estadual do Amazonas (UEA), Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi), Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCTI), Universidade Federal do Pará (UFPA) e Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), além do Inpa.
"Os resultados foram positivos, o que contribuiu para o conhecimento da flora e da fauna de Urucu, além de ajudar a diminuir as clareiras que foram abertas com a restauração da cobertura vegetal, diminuindo o impacto ambiental, que naquela região foi mínimo e representa 0,02% de todo o desmatamento da Amazônia", disse o coordenador.
De acordo com Oliveira, essa tecnologia de restauração vegetal nas áreas desmatadas pela Petrobras está servindo de base para que outras áreas degradadas com as atividades de agropecuária na Amazônia possam ser restauradas.
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