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Ciência e Tecnologia

Instituto distribuiu 1,1 milhão de mudas de planta

Resistente à praga

Projeto de Revitalização da Cultura da Palma Forrageira beneficiou mais de 2 mil famílias na PB, além de ações em mais 4 estados
por Portal Brasil publicado: 15/01/2015 08h30 última modificação: 15/01/2015 08h30

O Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTI) chegou à marca de 1,1 milhão de raquetes de palma resistente à cochonilha-do-carmim distribuídas em 2014. O Projeto de Revitalização da Cultura da Palma Forrageira beneficiou mais de 2 mil famílias no estado da Paraíba, além de ações no estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí.

No decorrer do ano, o instituto realizou 11 dias de campo, ações em que seus pesquisadores compartilham conhecimentos com agricultores e produtores cadastrados e os orientam sobre melhores práticas de plantio e manejo das variedades da cactácea (palma doce, baiana e orelha de elefante mexicana).

Os dias de campo e de distribuição de raquetes foram realizados em 11 dos 26 municípios onde o projeto está implantado. Ou seja, em todos os locais em que os campos estavam no período de colheita.

Cada município onde a colheita já foi realizada recebeu cerca de 100 mil raquetes de palma. A distribuição foi feita entre agricultores e produtores rurais que atuam como multiplicadores das raquetes de palma resistentes.

A cada dia cresce o interesse e a procura por parte de prefeituras e secretarias de agricultura de diversos estados do Semiárido brasileiro para implantar o projeto de pesquisa e multiplicação em suas localidades. Em dezembro de 2014 foi criado no município de Piquet Carneiro (CE) o Gabinete Regional da Palma.

De acordo com a pesquisadora Jucilene Araújo, coordenadora do projeto, a meta para 2015 é fazer a distribuição de mais de 1,5 milhão de raquetes nos 15 municípios paraibanos restantes que integram o projeto.

Além disso, formalizar a criação do Gabinete Estadual da Palma no Ceará, criar gabinetes em outros estados da região semiárida e fortalecer os já existentes.

 

Fonte:

Ministério de Ciência e Tecnologia

 

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