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Meio Ambiente

Série do Museu Goeldi sobre animais começa pela cutia

Viva a Fauna Livre

Mamífero é o primeiro animal a ser apresentado pela série "Viva a Fauna Livre", que fala sobre a natureza regional do Pará
por Portal Brasil publicado: 10/02/2015 17h38 última modificação: 10/02/2015 17h38
Divulgação/Museu Goeldi Espécie Dasyprocta leporina é a mais comum no Parque Zoobotânico

Espécie Dasyprocta leporina é a mais comum no Parque Zoobotânico

Quem visita o Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCTI), em Belém (PA), já está acostumado com o corre-corre das cutias por entre as alamedas.

Pequena, ligeira, arredia e comilona, a cutia é o primeiro animal a ser apresentado durante a série Viva a Fauna Livre, que convida o leitor a conhecer mais sobre a natureza regional com foco em alguns dos animais criados fora do cativeiro no local.

Além de se informar, o leitor poderá baixar arquivos com os personagens em miniatura mostrados na série e imprimi-los em papel para montar. Das 15 espécies animais vistas soltas no parque, a cutia está entre as mais conhecidas.

Circulam ali aproximadamente 100 exemplares de duas espécies: a Dasyprocta leporina e a Dasyprocta prymnolopha. O que algumas pessoas não imaginam é que essas pequenas atuam como dispersoras de sementes e, consequentemente, ajudam na manutenção das matas.

Esses mamíferos roedores são capazes de fazer reservas de alimento no solo, enterrando sementes e desenterrando nos períodos de escassez de comida. Quando as sementes são esquecidas, germinam e viram plantas. Desta característica nasceu a fama de semeadoras das cutias.

Comer é uma das suas atividades favoritas, e sua dieta é basicamente composta por folhas, frutos, raízes e sementes. No Parque Zoobotânico do MPEG, elas obtêm alimentação natural e complementação alimentar feita pelos veterinários periodicamente.

Hábitos e reprodução

A cutia pode viver até 18 anos e normalmente tem hábitos diurnos, exceto quando se sente ameaçada por predadores. Nesse caso passa o dia em sua toca e sai ao anoitecer.

Cada fêmea gera em torno de 1 a 3 filhos, em um período de gestação de três meses. Ciumentas e superprotetoras, as mães não deixam os pais se aproximarem dos filhotes após o nascimento. A reprodução das cutias pode acontecer até duas vezes ao ano.

Curiosidade

O acasalamento exige uma série de rituais. Para conquistar uma fêmea, o macho costuma lançar jatos de urina sobre elas ou ainda vibrar a cauda para chamar a atenção.

Divirta-se

Quer ter uma miniatura em papel da cutia? Baixe seu personagem, imprima e aprenda como montar no vídeo tutorial ou no canal no Youtube do Museu.  Depois, imprima e monte. Dê um nome à sua cutia, faça uma foto e compartilhe nas mídias sociais usando a hashtag #VivaAFaunaLivre.

O autor da foto mais criativa ganhará um prêmio surpresa e um par de ingressos para conhecer a fauna livre do Parque Zoobotânico.

Fontes:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação 
Museu Paraense Emílio Goeldi 

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

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