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Ciência e Tecnologia

Aprovada liberação de novas variedades de milho transgênico

Agricultura e inovação

Novas espécies conferem maior eficiência na produção agrícola, além de permitirem livre consumo animal e humano
por Portal Brasil publicado: 06/03/2015 10h50 última modificação: 06/03/2015 10h50

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou nesta quinta-feira (5), durante a 180ª reunião ordinária, em Brasília, a liberação para uso comercial de duas variedades de milho geneticamente modificado (transgênico).

Os pedidos para a comercialização são das empresas Dow AgroSciences Sementes & Biotecnologia Brasil e Monsanto do Brasil.

A primeira espécie liberada – DAS 40278-9 - confere tolerância ao herbicida ácido diclorofenóxiacético (2,4-D), utilizado no controle de ervas daninhas em pastagens e na produção agrícola, bem como a determinados inibidores de acetil coenzima A caroboxilase (ACCase), ariloxifenoxipopianato (AOPP), denominados herbicidas fop.

O milho geneticamente modificado foi liberado por 19 votos favoráveis, dois contrários e uma abstenção.

De acordo com a coordenadora-geral da CTNBio, Tassiana Fronza, países como Estados Unidos, Canadá, Japão, México, Coréia do Sul, Austrália, Nova Zelândia, Colômbia, Taiwan e África do Sul já aprovaram o plantio e o consumo humano e animal deste organismo geneticamente modificado (OGM).

Atendendo à solicitação da empresa Monsanto do Brasil, a comissão também liberou, por 20 votos favoráveis e dois contrários, a comercialização do milho transgênico NK603 x T25, tolerante aos herbicidas glifosato e glufosinato de amônio. Essa espécie suporta a aplicação de defensivos agrícolas que contenham como ingredientes o glifosato e glufosinato.

A liberação permite a livre utilização no meio ambiente, registro, consumo humano ou animal, comercialização, uso industrial e qualquer outro uso ou atividade relacionada ao produto e seus subprodutos.

Biossegurança

Ao avaliar e aprovar a liberação comercial de um produto, a CTNBio elabora um parecer que examina o risco associado ao OGM no que se refere à biossegurança para o uso proposto. Em seguida, a empresa precisa requerer ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a autorização e o registro do item a ser comercializado.

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação 

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