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Ciência e Tecnologia

Satélite brasileiro passa por testes no Japão

Pesquisa Espacial

Estudantes brasileiros participam da bateria de testes do Serpens na Agência Espacial Japonesa. Lançamento está programado para segundo semestre
por Portal Brasil publicado: 03/03/2015 18h03 última modificação: 03/03/2015 18h03

O satélite de pequeno porte Serpens está no Japão, onde será realizada uma bateria de testes na Agência Espacial Japonesa (Jaxa), com a participação de estudantes brasileiros. O lançamento do artefato está programado para o segundo semestre a partir da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). O satélite foi levado para o país asiático no sábado (28).

Com a estrutura de um paralelepípedo e pesando 3,5 quilos, o cubesat foi integrado no Laboratório de Integração e Teste (LIT), do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe/MCTI), em São José dos Campos (SP), onde também passou por diversos testes nas últimas duas semanas. 

O principal objetivo do Serpens – sigla para "Sistema Espacial para Realização de Pesquisa e Experimentos com Nanossatélites" – é a capacitação de recursos humanos e a consolidação dos novos cursos de engenharia aeroespacial brasileiros.

Quando lançado, ele levará a bordo uma carga útil cujo objetivo é testar um conceito tecnológico para o uso de cubesats para recebimento e transmissão de mensagens por sistema de rádio.

Para a montagem e a integração no Inpe, a professora da Universidade de Brasília (UnB) Chantal Cappelletti coordenou o trabalho de outras nove pessoas, entre técnicos e estudantes de engenharia, inclusive três da Universidade de Vigo, da Espanha.

A coordenadora apresentou o modelo de engenharia do Serpens ao presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB/MCTI), José Raimundo Braga Coelho, na sexta-feira (27).

Além da UnB e da Universidade de Vigo, participam do projeto as universidades federais de Santa Catarina (UFSC), do ABC (UFABC) e de Minas Gerais (UFMG) e o Instituto Federal Fluminense (IFF), além de universidades dos Estados Unidos e da Itália.

Fonte:

Ministério de Ciência e Tecnologia

 

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