Cultura
Concurso premiará melhores histórias sobre mulheres afro-brasileiras
O concurso Mulheres Negras Contam sua História vai premiar com R$ 5 mil as cinco melhores redações e com R$ 10 mil os cinco melhores ensaios sobre a história de mulheres afro-brasileiras que atuaram na construção da identidade nacional. Os textos devem ser escritos por mulheres autodeclaradas negras.
Acesse a chamada pública
O prêmio é uma iniciativa da Secretaria de Políticas para as Mulheres, da Presidência da República, e visa destacar mulheres negras como sujeitos na construção da história do Brasil. As inscrições estão abertas até 25 de janeiro e devem ser feitas por meio da internet.
Segundo a secretária Nacional de Articulação Institucional e Ações Temáticas, Vera Soares, o objetivo da promoção é que “essas mulheres, ao contarem suas histórias e relembrarem suas vidas e das suas avós, possam dar pistas de ações que contribuam para a melhoria de vida das mulheres negras no País”.
As interessadas poderão participar do concurso de redações e ensaios, e contar a história e a vida de mulheres negras na construção do Brasil. O prêmio possui duas categorias: “Redação”, com texto de no mínimo mil quinhentos até o máximo de três mil caracteres (letras), e “Ensaio”, com textos de seis mil a dez mil caracteres. Serão premiadas as cinco melhores redações com R$ 5 mil, e as cinco candidatas selecionadas na categoria Ensaio receberão R$ 10 mil.
Inscrições
As inscrições, nas categorias “Redação” e “Ensaio” devem ser efetuadas pelo endereço: premiomulheresnegras@spmulheres.gov.br ou enviadas pelo correio para o endereço: Prêmio Mulheres Negras contam sua História – Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República – Praça dos Três Poderes Via N1 Leste, s/n Pavilhão das Metas. CEP 70150-908 Brasília – DF.
História das mulheres negras
As negras vieram, em sua maioria, da África em navios portugueses até o ano de 1850, quando o tráfico foi proibido. Trabalharam em plantações canavieiras, café, nas alcovas e cozinhas das casas grandes. Foram amas de leite, negras dos tabuleiros, vendendo doces e comidas nas ruas, lavadeiras, lutadoras nas revoltas contra a escravidão e a opressão racista.
Saiba mais sobre a cultura negra na página especial do Portal Brasil (Contra a corrente, a cultura negra floresce)
Fontes:
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Agência Brasil
Portal Brasil
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