Saúde
Bienal de Música Brasileira começa nesta sexta-feira (27), no Rio
Bienal de Música
A Bienal de Música Brasileira Contemporânea deste ano traz ao público 72 peças inéditas, compostas por compositores de 13 estados do País. Entre essas obras, 33 venceram o Prêmio Funarte de Composição Clássica 2012, que contou com mais de 500 inscritos. As outras 39 foram encomendadas pela instituição diretamente a compositores que já participaram da Bienal.
A Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, regida por Cláudio Cruz, abrirá a bienal, que começa dia na próxima sexta-feira (27) e segue até 6 de outubro, no Rio de Janeiro.
Os concertos serão realizados no Salão Leopoldo Miguez da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), no centro do Rio – exceto o encerramento, no dia 6 de outubro, domingo, que ocorrerá no Theatro Municipal. O preço dos ingressos é R$ 2 e as vendas serão no local e data de cada concerto. Como novidade, a Bienal vai disponibilizar todas as obras apresentadas na internet. As imagens serão captadas, editadas e depois exibidas no hotsite da Bienal, a partir de novembro.
Dos 73 compositores que apresentarão suas obras no evento, 26 são do Rio de Janeiro e 14 de São Paulo. Bahia e Paraná serão representados por nove nomes cada. Participarão ainda quatro autores da Paraíba, dois do Mato Grosso, dois de Minas Gerais, dois do Rio Grande do Sul. O Distrito Federal e os estados de Goiás, Rio Grande do Norte, Ceará e Santa Catarina terão, cada, um representante.
Filmes
Na programação também terá uma sessão especial de curtas-metragens sobre música brasileira, marcada para o dia 3 de outubro, às 19h. Serão exibidos também os curtas dirigidos por Humberto Mauro: O descobrimento do Brasil (trecho; 1937), Argila (trechos; 1942), Leopoldo Miguez (1946), Alberto Nepomuceno (1950), Ponteio (1941), O Guarani (1942) e A velha a fiar (1964).
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