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Cultura

Museu do Açude ganha instalação de Tatiana Grinberg

Programação no museu

Proposta é imprimir uma dinâmica especial ao circuito expositivo de arte contemporânea e meio ambiente do museu
por Portal Brasil publicado: 22/10/2013 18h09 última modificação: 30/07/2014 00h49

No próximo domingo, 27 de outubro, será inaugurada no Museu do Açude/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), às 12h, a instalação de Tatiana Grinberg intitulada des-ligamento/detachment. Ocupando um dos platôs dos jardins históricos do parque do museu, a obra utiliza grama, terra adubada, cabo de aço galvanizado, braçadeira de ferro, castões, cintas de couro, feltro reciclado e fio de nylon. A visitação é gratuita e pode ser feita diariamente, exceto terças-feiras, das 11 às 17h, até 11 de março de 2014.

Segundo Vera de Alencar, diretora dos Museus Castro Maya, o trabalho de Tatiana Grinberg dá continuidade às atividades do Espaço de Instalações – Projetos Temporários. A proposta é imprimir uma dinâmica especial ao circuito expositivo de arte contemporânea e meio ambiente do museu, estimulando o público a frequentá-lo mais vezes e surpreendendo-o com novas leituras oferecidas pelos artistas sobre esse espaço tombado como patrimônio cultural.

Arte ‘cultivada’

Ao se aproximar do platô dos jardins contíguos às escadarias, vê-se um pedaço de grama de 3,30m de altura por 2,85 de largura, com o formato de língua, suspenso para o alto, como se tivesse sido rasgado da terra. E dentro dele há uma pequena silhueta lembrando uma figura humana que tomba pela terra. Esta “mágica” foi obtida como resultado de um processo de seis meses de cultivo.  Com auxilio de um agrônomo, Tatiana gramou uma área de 3,5 x 3,5 m sobre uma manta de feltro com terra adubada.

Com a sistemática rega do jardineiro do museu e a exposição ao sol, a grama enraizou-se sobre o feltro. Paralelamente a artista foi tecendo uma grande malha com cerca de 5 mil metros de fios de aço. A etapa seguinte foi suspendê-la através de anéis presos em árvores do fundo do platô e sobre ela fixar a manta de grama, já recortada no formato desejado. Depois disso, a artista recortou a silhueta e, com os devidos acabamentos de costura, revelou as duas faces de sua orgânica instalação.

 

Fonte:

Instituto Brasileiro de Museus

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