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Cultura

Museu Histórico do Pará abre exposição sobre Portinari

Programação

Exposição estará aberta para visitação até 2 de março, com 57 obras originais do artista
por Portal Brasil publicado: 17/01/2014 17h49 última modificação: 30/07/2014 01h48
Divulgação/Governo do Espírito Santo Exposição "Portinari na Coleção Castro Maya"

Exposição "Portinari na Coleção Castro Maya"

O Museu Histórico do Estado do Pará (MHEP) abre a exposição "‘Portinari na Coleção Castro Maya". Composta por 57 obras originais, entre pinturas, desenhos e gravuras produzidas entre os anos de 1938 e 1959, a mostra evidencia a relação de amizade entre Portinari e o  colecionador Raymundo Ottoni de Castro Maya (1894-1968), que resultou na acumulação do maior acervo público do pintor - considerado o maior artista da pintura modernista brasileira.

A mostra traz as obras de Portinari adquiridas por Castro Maya em leilões, galerias de arte e no próprio ateliê do artista. Os destaques são "Menino com Pião" (1947), "O Sonho" (1938), "Grupo de Meninas Brincando" (1940), "A Barca" e "O Sapateiro de Brodósqui" (1941), "Lavadeiras" (1943) e "Morro n. 11" (1958), além da série "Dom Quixote".

Belém é a terceira capital brasileira a receber a mostra, que conta com apoio do Ministério da Cultura. A exposição tem curadoria de Anna Paola Batista e estará aberta para visitação até 02 de março de 2014.

Portinari

Nascido em 1903, numa fazenda de café em Brodowski, no interior de São Paulo, Portinari manifestou talento para a pintura desde cedo. Começou a desenhar aos seis anos e, aos nove, participou, durante vários meses, dos trabalhos de restauração da igreja de Brodowski, auxiliando pintores italianos. Aos 15 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde frequentou a Escola Nacional de Belas Artes.

Foi reconhecido nacional e internacionalmente e virou tema de livros e mostras, dentro e fora do País. Além de desenhos, pinturas e gravuras, Portinari se destacou com seus painéis e murais. Alguns exemplos são o Conjunto Arquitetônico da Pampulha e os painéis que decoram o edifício-sede da Organização das Nações Unidas, em Nova York. A produção de Portinari, ao longo da vida, é estimada em aproximadamente cinco mil obras. O pintor morreu no Rio de Janeiro, em 1962.

Fonte:

Ministério da Cultura

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