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Cultura

Caixa Cultural traz novos nomes do samba para Brasília

Música

Projeto traz dez dos melhores representantes da nova geração do samba de raiz
por Portal Brasil publicado: 28/02/2014 18h22 última modificação: 30/07/2014 01h47

A Caixa Cultural Brasília apresenta, no dia 11 de março, o sambista carioca Marcos Sacramento. O show é a primeira atração do projeto Samba de Bamba, que trará até dezembro 10 jovens sambistas que começaram suas carreiras após a revitalização da Lapa, tradicional reduto do ritmo no Rio de Janeiro.

O projeto é uma iniciativa do jornalista carioca radicado há mais de 20 anos em Curitiba, Rodrigo Browne. Há 18 anos, Browne comanda um programa que leva o nome do projeto e reúne grandes sambistas de todos os tempos, mas sempre com especial ênfase para os novos talentos. A ideia do programa, transmitido pela rádio Cultura Curitiba FM, é resgatar a memória afetiva do samba. “No programa, eu convido sempre o músico a escolher um samba para que eu possa apresentar e peço que ele conte o porquê daquela escolha. Tenho declarações incríveis de Paulinho da Viola, Marisa Monte e muitos outros”, conta.

No ano passado, Rodrigo Browne decidiu transpor o programa para os palcos e criou o Samba de Bamba, que foi um sucesso ao longo do ano em Curitiba e este ano terá sua segunda edição na capital paranaense e a primeira na Caixa Cultural Brasília. O projeto manteve a essência do programa. Os artistas contam para a plateia porque escolheram o repertório que apresentam.

Em um País com nomes consagrados do samba, Rodrigo Browne optou por convidar novos sambistas, surgidos após a revitalização da Lapa. “Não são apenas artistas cariocas, mas também mineiros e paulistas, todos eles contemporâneos deste processo de revitalização do bairro”, afirma. A única exceção é Wilson das Neves, que lançou seu primeiro álbum em 1968. “Eu estava quase desistindo do programa de rádio, que eu faço voluntariamente, mas um dia eu coloquei no ar uma música do Wilson das Neves e pensei que não podia parar, porque se eu não apresentar estas referências, quem vai? Assim, Wilson das Neves virou um padrinho informal do programa e eu o convidei para o projeto”.

Fonte: 
Caixa Econômica Federal

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