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Cultura

Começa restauração do Forte Príncipe da Beira (RO)

Monumento

Primeiro passo será o escoramento emergencial, ação provisória de apoio às estruturas e elementos que apresentam riscos
por Portal Brasil publicado: 21/03/2014 16h57 última modificação: 30/07/2014 01h45
Divulgação/IPHAN Forte é tido como uma das maiores construções portuguesas fora de Portugal

Forte é tido como uma das maiores construções portuguesas fora de Portugal

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) começou a restaurar as ruínas do Real Forte Príncipe da Beira, monumento militar instalado no município de Costa Marques (RO). Os trabalhos dão continuidade às atividades iniciadas em 2007, e têm previsão de entrega em 2015.

A restauração será realizada em parceria entre o Iphan, que vai acompanhar e dar orientação técnica, e o Exército, que vai ceder o madeiramento e disponibilizar a mão-de-obra. A demanda é considerada urgente, pois a estrutura do Forte está comprometida.

O primeiro passo vai ser o escoramento emergencial, ação provisória de apoio às estruturas e elementos que apresentam riscos de perda do monumento, em seguida, serão feitas as obras de estabilização de uma das edificações.

O monumento

O Real Forte Príncipe da Beira é uma fortaleza militar do final do século XVIII, tido como uma das maiores construções portuguesas fora de Portugal. Erguida em plena floresta amazônica, é considerada uma das mais desafiadoras construções realizadas no final de 1700 no Brasil. Sua importância para a história do País e para a formação do atual território nacional foi reconhecida por meio do tombamento pelo Iphan no ano de 1950.

A fortaleza é composta de uma muralha de aproximadamente 980 metros, erguida em taipa de formigão e protegida por cortinas de pedra tapiocanga aparelhada. Cercado por muralhas que medem 10 metros de altura, o Forte Príncipe da Beira é basicamente constituído por uma praça central, onde existem as ruínas de quinze prédios. Além do tombamento pela União, é tombado como patrimônio do Estado de Rondônia.

Fonte: 
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

 

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