Cultura
Artista grafita seus códigos na Biblioteca Nacional
Arte gráfica
Os códigos de Joana César, que já fazem parte dos muros e viadutos cariocas, agora estão na Fundação Biblioteca Nacional, patrimônio da cidade do Rio de Janeiro, considerada o maior acervo bibliográfico da América Latina.
Os grafites nos tapumes da Rua Porto Araujo, ao redor do prédio sede, da autoria da artista, são parte do Projeto Cultural Bicentenário da Biblioteca Nacional, que também abrange nessa etapa inicial, vitrais, claraboias e coberturas.
Joana encontrou através de seus códigos uma maneira de expressar a sua escrita: “Tive dificuldade em mostrar o que produzia, queria ser escritora, isso era um sonho. O código entra na minha vida quando eu ainda era criança e continua. O convite para pintar na Biblioteca Nacional, que é um prédio símbolo disso tudo é um privilégio, uma honra.”
Joana César é fortemente influenciada pela literatura; de romances policiais, passando por literatura latina e obras de grandes escritoras como Hilda Hilst, Clarice Lispector, Cecilia Meireles, Adélia Prado e Ana Cristina César, de quem é prima; “mulheres incríveis e poderosas para a literatura”, conclui a artista.
A arte urbana que recebe a contribuição de Joana também conta com artistas da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), integrantes do Projeto Cultural Bicentenário da Biblioteca Nacional, com o objetivo de assegurar a excelência das condições de conservação do patrimônio físico da instituição, com apoio do BNDES e colaboração da Fundação Miguel de Cervantes. Não houve alteração no horário de funcionamento da Fundação Biblioteca Nacional.
Fonte:
Blog da Biblioteca Nacional
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