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Cauã Reymond comenta a evolução do cinema brasileiro

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Ator e produtor é um dos astros da campanha “Audiovisual brasileiro. Grande como o Brasil”
por Portal Brasil publicado: 16/12/2014 14h41 última modificação: 16/12/2014 14h41

Durante a gravação do comercial da campanha "Audiovisual brasileiro. Grande como o Brasil", que estreou na TV aberta no dia 7 de dezembro, a Agência Nacional do Cinema (Ancine) conversou com o ator e produtor Cauã Reymond sobre sua relação com o audiovisual.

Cauã é um dos astros da campanha, ao lado de Matheus Nachtergaele, Deborah Secco e Patricia Pillar.

Confira abaixo a conversa com Cauã Reymond:

Qual é a sua expectativa quando você lança um filme, como foi o caso de “Tim Maia” (Mauro Lima, 2014) e “Alemão” (José Eduardo Belmonte, 2014), neste ano?

Cauã: Eu sempre espero o melhor dos filmes brasileiros. É importante a construção de uma indústria brasileira, assim como é importante podermos trazer cada vez mais o nosso público para assistir aos nossos filmes. Já vivenciamos isso muito com as comédias. Temos um público de comédia muito bacana, muito cativo. Fico muito feliz com isso. Em “Alemão” tivemos quase um milhão de espectadores, num filme que, a princípio, é um drama psicológico. Em “Tim Maia” - que é a história desse ícone de música, desse selvagem, desse cara que é uma figura maravilhosa e incrível - estamos também chegando praticamente a um milhão de espectadores. Eu vejo o cinema brasileiro num momento muito especial e fico muito feliz de fazer parte disso.

Como está sendo para você agora não só atuar, mas também produzir?

C: Gosto de participar ativamente das coisas. Contribuir para a produção de um filme é uma coisa muito bacana. Agora estou produzindo “D. Pedro I” com a Laís Bodanzky, e como eu já disse, no próprio “Alemão” e no “Tim Maia”, eu participei como produtor. Eu e o Mário Canivello, que é o meu sócio. É como se eu estivesse também podendo colocar para fora não só os meus sonhos como ator, mas também como uma pessoa que vislumbra, vê e pensa projetos. Como se eu conseguisse colocar todo esse universo, que não é só o do ator, e transformar ele em realidade, então é muito bonito e muito bom.

Você, desde 2004, faz, pelo menos, um filme por ano. E como você vê, com essa experiência, sempre estando presente no mercado, a evolução do cinema brasileiro na última década?

C: Estamos construindo um público cada vez maior, que gosta e presta atenção em qual é o filme brasileiro que está para ser lançado. Temos atores maravilhosos, atores, inclusive, que nasceram no cinema. Percebo atores do teatro, atores da televisão, atores do cinema, cada vez mais se entremeando e trabalhando juntos. Há profissionais de altíssima qualidade no cinema, trazendo qualidade para a televisão, e com isso nós estamos construindo um mercado de mais qualidade. O espectador busca essa qualidade, e encontra isso tanto na televisão quanto no cinema brasileiros.

E, como espectador, o que você curte no cinema nacional? O que já te marcou?

C: Sou super fã do cinema nacional. Temos filmes marcantes, como “Cidade de Deus” (Fernando Meirelles, 2002), “Tropa de Elite” (José Padilha, 2007), e filmes menos badalados de que eu gosto muito. Sou muito fã do cinema do [José Eduardo] Belmonte, com quem trabalhei várias vezes. Ele tem o “Meu mundo em perigo” (2007), que é um filme super pequenininho, praticamente ninguém viu, mas que eu acho muito bonito. Gosto das comédias também. Sou super fã do Leandro Hassum, que está arrebentando, pois ele traz um público enorme. Acho que isso faz tão bem, é como se fosse uma vitamina para o cinema brasileiro. Então eu sou fã do cinema brasileiro como um todo. Prefiro não escolher um nicho específico

Fonte:

Agência Nacional do Cinema

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