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Cultura

Fundação Casa de Rui Barbosa mostra origens da literatura de cordel

Programação

Exposição conta com cerca de 200 exemplares de cordel que datam desde o século 17 até a década de 1960. A entrada é franca
por Portal Brasil publicado: 10/12/2014 17h33 última modificação: 10/12/2014 17h34

A partir desta quinta-feira (11), a Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), no Rio de Janeiro (RJ), abre as portas para uma das maiores exposições de literatura de cordel.

A mostra "Folhetos de cordel portugueses: coleção Arnaldo Saraiva" conta com cerca de 200 exemplares que datam desde o século 17 até a década de 1960. A entrada é franca e segue até 1º de fevereiro.

O material exposto pertence ao professor Arnaldo Saraiva, catedrático de Literatura da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, crítico, poeta, tradutor, sócio-correspondente da Academia Brasileira de Letras e um dos maiores conhecedores e divulgadores da cultura e da literatura brasileira em Portugal e outros países.

A coleção reúne exemplares únicos e de grande valor estético, histórico e antropológico.

"A exposição permite que o visitante veja a origem do nosso cordel. Ele surgiu na Península Ibérica. Na Espanha, sob o nome de pliegos sueltos e, depois, em Portugal, como folheto", explica o curador, Alexei Bueno. "Muitos brasileiros sabem disso, mas dificilmente viram de perto um folheto português", completa.

Continuidade secular

O objetivo da mostra é apresentar a continuidade secular que liga o folheto de cordel português ao nordestino, que nele se origina, gráfica e ideologicamente. A Casa de Rui Barbosa, centro dos estudos de literatura popular oral e impressa - com grande destaque para os folhetos de cordel, é considerada, por isso, um dos locais ideias para abrigar a exposição.

No dia da abertura, às 17 horas, haverá uma mesa-redonda, na sala de cursos da FCRB, sobre o tema com a participação do colecionador Arnaldo Saraiva, do curador Alexei Bueno e do embaixador Alberto da Costa e Silva.

Em seguida, às 18 horas, haverá a abertura da exposição. Antes de chegar à capital carioca, a mostra também foi exibida, com grande sucesso, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto (2006), no Museu de Arte Popular do Recife (2011) e na Biblioteca Nacional de Portugal, em Lisboa (2013).

Fonte:

Ministério da Cultura

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