Cultura
Banco Central abre a mostra “A Persistência da Memória”
Acervo
O Banco Central abre, na quinta-feira (5) , às 10 horas, o terceiro módulo da exposição “A Persistência da Memória”, em sua Galeria de Arte. O evento em Brasília contará com um bate-papo com o artista plástico polonês Maciej Babinski.
Intitulado O Poder da Arte, o evento traz a história dos museus e do mercado de arte no Brasil entre o pós-guerra e o início da década de 1970, com destaque para obras que ilustram as diferentes estratégias de mercado utilizadas pela Galeria Collectio, cujo acervo veio a compor quase 90% da Coleção de Arte do Museu de Valores.
Entre os artistas em exposição, estão Tarsila do Amaral, Antonio Gomide, Alfredo Volpi, Candido Portinari, Emiliano Di Cavalcanti, Ismael Nery, Aldo Bonadei, Clóvis Graciano e os então emergentes Tuneu e Maciej Babinski.
Vivendo no Brasil desde 1953, Babinski é professor aposentado da Universidade de Brasília e vai contar ao público como funcionava o mercado das artes no país no período, em especial a Galeria Collectio, a qual conheceu de perto.
Exposição em Seis Módulos
Inaugurada em junho de 2014, a exposição “A Persistência da Memória” conta a trajetória do acervo artístico do Banco Central. Com duração total de dois anos, a cada quatro meses há troca do acervo em exposição, reafirmando o compromisso do Banco Central com a preservação e divulgação do patrimônio cultural do povo brasileiro.
A mostra foi dividida em seis módulos curatoriais, que abordam diferentes aspectos da coleção, narrando as influências do cenário político, econômico e cultural do século XX nas obras de arte.
Brasil Brasileiro foi o primeiro módulo e apresentou um panorama das artes no Brasil entre a Semana de Arte Moderna de 1922 e a crise econômica de 1929. O segundo módulo Entre a Figuração e a Abstração apresentou as variantes da abstração no Brasil e sua tensa relação com o figurativismo, acirrada a partir dos anos 1950.
A exposição exibe grande parte das obras em um ambiente de reserva técnica, o espaço físico destinado ao armazenamento seguro do acervo quando as peças não estão em exibição. As salas Cenas Brasileiras e Bandeira do Brasil também fazem parte da exposição e simbolizam os dois principais períodos de aquisição do acervo.
A Galeria de Arte abre de terça a sexta-feira, de 10 horas às 18 horas. Cumprindo o compromisso de abrir todo o primeiro sábado do mês, a Galeria de Arte estará aberta neste sábado (7), quando o público também poderá visitar o grande painel “Descobrimento do Brasil”, de Candido Portinari. O horário de visitação aos sábados é de 14 horas às 18 horas.
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