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Defesa e Segurança

Brasil não vai tolerar internacionalização da Amazônia, diz Jobim

por Portal Brasil publicado: 13/04/2011 11h06 última modificação: 28/07/2014 14h37

O Brasil cuidará de seu território por si mesmo e não tolerará a pretensão de internacionalização da Amazônia. A afirmação foi feita pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, durante o III Seminário de Defesa, um dos eventos promovidos pela Latin America Aerispace & Defence 2011 (Laad/2011), na terça-feira (12). O evento, considerado a maior feira de tecnologia de defesa e segurança da América Latina, está sendo realizado no Riocentro, no Rio de Janeiro.

Jobim considerou “esdrúxula” a tese de internacionalização da Amazônia. Segundo ele, contrariamente aos que defendem tal tese, todos os países da América do Sul saberão proteger seus territórios não só “para o bem de seus povos, mas também para o bem da humanidade”. O ministro da Defesa também defendeu o princípio de que os países da América do Sul não devem só olhar para o passado, mas, ao contrário, “fazer um ajuste de contas com o seu futuro”.

O ministro da Defesa mencionou os desafios enfrentados pela geração atual, que passou por isolamento, momentos políticos difíceis, em que teve inclusive de deixar de fazer política. “Sabemos, porém, que fazer política hoje significa ter a compreensão de que somos servidores de um povo que reclama inclusão social, desenvolvimento, bem-estar, saúde e educação”, afirmou.

De acordo com o ministro, tudo isso será conquistado na medida em que haja a consciência de que as riquezas do País devem ser utilizadas para o bem de seu povo e para o bem de todo o mundo.

Na palestra que proferiu durante o seminário, Jobim chamou atenção para o impacto que a evolução tecnológica  deverá exercer na transformação do modelo de defesa brasileiro. Segundo Jobim, por ser relativamente avançado do ponto de vista tecnológico,  o Brasil é vulnerável ao emprego de armamento sofisticado contra as chamadas  "infraestruturas críticas". Na avaliação do ministro,  é imprescindível que o País dê um salto que garanta a passagem de seu atual estágio de piso para o teto tecnológico.

Para ele, para se ter uma adequada defesa, é necessário combinar a modernização tecnológica das Forças Armadas com sabedoria política e eficiência militar.

 

Fonte:
Ministério da Defesa

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