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Defesa e Segurança

Avião protótipo da FAB faz primeiro pouso automático

Tecnologia

Veículo Aéreo Não-Tripulado Acauã utiliza sistema desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço
por Portal Brasil publicado: 28/11/2013 10h59 última modificação: 30/07/2014 00h38

O protótipo do Veículo Aéreo Não Tripulado Acauã realizou, pela primeira vez, no sábado (23), um pouso automático com o sistema desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço – IAE. O projeto tem o objetivo de desenvolver a tecnologia de um Sistema de Decolagem e Pouso Automáticos (DPA) para Veículos Aéreos Não Tripulados (Vant). A operação foi realizada na Academia da Força Aérea (AFA) em Pirassununga (SP).

Essa foi a nona etapa do projeto, que consistiu na execução do pouso automático totalmente controlado pelo computador de bordo, o que incluiu as fases de rampa de aproximação de precisão; alinhamento e nivelamento antes do toque na pista; corrida no solo e parada total da aeronave. Foram executados ao todo cinco voos com o Protótipo 3 do Vant Acauã, sendo que dois voos tiveram o pouso de forma automática.

Poucos países no mundo dominam as tecnologias de controle necessárias para a decolagem e pouso automáticos de veículos aéreos não tripulados de maior porte. Essa capacidade possibilita a diminuição de acidentes durante fases críticas do voo, além de permitir que o Vant opere em condições meteorológicas adversas, como no caso de nevoeiros.

As tecnologias pesquisadas pelo Projeto DPA-Vant poderão ser desenvolvidas por empresas nacionais e incorporadas em futuros Vants de emprego operacional das Forças Armadas Brasileiras.

Com quatro anos de trabalho, o Projeto DPA-Vant realizou nove campanhas de ensaios, sendo cinco de ensaios em voo e quatro de ensaios no solo com corridas na pista. A meta de decolagem automática foi atingida durante a sexta campanha, em agosto de 2013. 

A meta do pouso automático foi atingida durante a nona campanha, que contou com cerca de 40 profissionais participantes. Entre eles, integrantes do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e do Centro Tecnológico do Exército (CTEx), além das empresas contratadas: BCC, responsável pelo software embarcado; e Flight Technologies, responsável pelo piloto automático.

A AFA teve papel essencial para o sucesso da operação. A instituição disponibilizou um helicóptero H-50 Esquilo para exercer a função de aeronave de acompanhamento (“paquera”) durante os voos de ensaio.

Fonte:

Força Aérea Brasileira

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