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Defesa e Segurança

Manual de Garantia da Lei e da Ordem passa por revisão

Amorim

Ministro da Defesa confirmou, nesta terça-feira (28), que determinou a revisão do texto do documento
por Portal Brasil publicado: 28/01/2014 18h40 última modificação: 30/07/2014 01h55
Jorge Cardoso Ministro afirmou que ao término dos ajustes, a nova redação será colocada à disposição

Ministro afirmou que ao término dos ajustes, a nova redação será colocada à disposição

O ministro da Defesa, Celso Amorim, confirmou, nesta terça-feira (28), que determinou a revisão do texto do manual do emprego das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO). O objetivo, segundo ele, foi “evitar interpretações equivocadas”. Amorim, que participou de workshop sobre “Segurança da Informação” na Escola de Administração Fazendária (Esaf), frisou que o documento “está estritamente dentro da Constituição Federal, da lei e do decreto que disciplina” a participação militar.

“O manual tem que dizer o que a pessoa na ponta da linha deve fazer. Ela precisa de instrução para agir rápido. Tem que saber a quem se reportar. O manual é para isso”, disse o ministro para, em seguida, informar que, ao término dos ajustes, dentro dos próximos dias, a nova redação será colocada à disposição.

Celso Amorim afirmou também que desde os primeiros dias do ano vem participando, com outros ministros, de reuniões com a presidenta Dilma Rousseff. Esses encontros, segundo explicou, trataram da atuação das Forças Armadas e das polícias federal, estaduais e municipais no âmbito da Copa do Mundo Fifa 2014. O ministro esclareceu que o comando será centralizado e tem por objetivo estabelecer mecanismos para a tomada de decisões rápidas. Ele citou como exemplo a participação militar na proteção de estruturas críticas, como centrais hidrelétricas ou refinarias de petróleo.

Defesa Cibernética

Na cerimônia de abertura do seminário promovido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), na Esaf, o ministro Amorim anunciou que um grupo de trabalho criado por ele para tratar de defesa cibernética apresentou projeto de criação da Escola Nacional de Defesa Cibernética. Neste caso, a escola tem por objetivo principal a formação de profissionais para atuarem neste segmento que, segundo enfatizou, tem sido importante para a defesa nacional.

O seminário teve por finalidade apresentar o programa Expresso V3, uma plataforma de software que, segundo o Serpro, simplifica a colaboração em grupos, otimiza a execução e aproxima a comunicação entre indivíduos e negócios das empresas. De acordo com o folder “a arquitetura do Expresso V3 foi projetada com significativos avanços tecnológicos e possui integração com aplicações externas”.

O encontro foi aberto pelo diretor-geral da Esaf, Alexandre Mota, que destacou a importância do debate sobre o tema para o serviço público. Ainda na conferência, o presidente do Serpro, Marcos Mazoni, falou acerca da discussão do modelo no âmbito das Forças Armadas. O encontro teve a participação dos comandantes da Marinha, almirante Julio Soares de Moura Neto; do Exército, general Enzo Martins Peri; e da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito.

Fonte:
Ministério da Defesa

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