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Defesa e Segurança

Integração detalha esforços para combater desastres naturais

Calamidade

Em conferência em SP, Teixeira destaca importância do Plano Nacional de Gestão de Riscos e Respostas a Desastres Naturais
por Portal Brasil publicado: 17/09/2014 11h02 última modificação: 17/09/2014 11h02

Em São Paulo, o ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira, participou na terça-feira (16) da 6ª Conferência Internacional sobre Manejo de Inundações (UCFM, na sigla em inglês) e do 10º Encontro Nacional de Águas Urbanas (ENAU).

O evento acontece até esta quinta-feira (18) e conta com a participação de especialistas do Brasil e de várias partes do mundo. A promoção é da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH).

Na oportunidade, Teixeira detalhou os esforços para construção de uma política nacional capaz de melhorar a prevenção de desastres naturais e a capacidade de respostas quando eles ocorrem. O pilar dessa política é o Plano Nacional de Gestão de Riscos e Respostas a Desastres Naturais.

Ele foi adotado no Brasil após desastres ocorridos no Rio e enchentes que causaram grande destruição em Pernambuco e Alagoas, em 2010. “Essas tragédias despertaram no País a importância de uma cultura de defesa civil e a necessidade de um plano capaz de mitigar os efeitos dos desastres”, observou.

O plano é constituído de quatro pontas, a primeira delas dedicada à resposta (socorro, assistência e reconstrução), após a ocorrência de desastres. Outra diz respeito à prevenção e se constitui de obras estruturantes, como barragens e remoção de populações de áreas de risco. Outro capítulo envolve o mapeamento das áreas de risco e o último é dedicado ao sistema de monitoramento e alerta, com estruturação de uma rede nacional de defesa civil, ramificada em todos os Estados.

País de dimensões continentais, o Brasil tem cerca de 3 mil rios propícios a enchentes e 14 mil pontos suscetíveis de inundações, segundo levantamento mostrado no evento pelo presidente da Agência Nacional de Águas, Vicente Andreu. Segundo Teixeira, o maior desafio é fazer a integração de instituições federais com as municipais.

As ações do plano voltadas para as áreas mais críticas abrangem 17 regiões metropolitanas e bacias hidrográficas em vários pontos do território nacional. Envolvem também estabilização de encostas em áreas de risco e remoção de populações desses locais.

Fonte:
Ministério da Integração Nacional

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