Defesa e Segurança
Profissionais de saúde da FAB atendem em Eirunepé (AM)
Aeronáutica
Evanilda Maia da Silva, 30 anos, chegou cedo, às 7 horas da manhã, em busca de um ginecologista. “Esse tipo de ação é muito boa e uma oportunidade para as pessoas se consultarem”, explica.
A paciente foi uma das atendidas pelos profissionais de saúde da FAB, que realizam até o final do dia de hoje (26), uma Ação Cívico- Social (ACISO) no município de Eirunepé, a 1.160 quilômetros de Manaus (AM).
Os atendimentos ocorrem das 8 às 18 horas (horário local) no Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Eirunepé (DTCEA-EI) e em módulos de campanha montados no local. Promovida pelo Sétimo Comando Aéreo Regional (VII COMAR), com início na segunda-feira (23), a expectativa é proporcionar, no total, 900 atendimentos.
“O único problema é que estamos na estação da chuva aqui na região amazônica. Mas os pacientes costumam se esforçar para participar. Em uma outra ACISO uma senhora remou cerca de 4 horas para chegar ao local dos atendimentos”, explica o Tenente Médico Waldyr Moyses de Oliveira Junior, coordenador da ação.
A população da cidade, estimada em 30 mil habitantes, tem à disposição médicos nas especialidades de ginecologia, dermatologia, clínica médica, otorrinolaringologia e pediatria. Além disso, há consultas odontológicas, incluindo limpeza, restauração e, se necessário, pequenos procedimentos cirúrgicos.
“Para isso trouxemos 2 kits portáteis com cadeira, motor gerador e material de consumo. Também estamos disponibilizando medicamentos, como analgésicos, anti-inflamatórios, antiparasitários e antibióticos”, explica o coordenador.
Os pacientes foram triados pelos órgãos ligados à secretaria de saúde do município. “Aqui a prevalência é a de doenças infecto-parasitárias e doenças tropicais com manifestação dermatológica”, explica o Tenente Waldir.
Para essa missão, a equipe do Hospital de Aeronáutica de Manaus (HAMN) disponibilizou um equipamento de ultrassom. A previsão é realizar mais de 40 exames por dia nas gestantes da cidade. A jovem Karina da Silva Rodrigues foi uma das que se consultou nessa especialidade. Com apenas 16 anos, está grávida e veio fazer sua primeira ultrassonografia. “Se não fosse nessa ação não teria condições de fazer o exame em um hospital particular”, afirma.
Fonte:
Força Aérea Brasileira
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons
CC BY ND 3.0 Brasil







