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Economia e Emprego

Em fevereiro, vendas do varejo crescem 1,6% e receita nominal 2,2%

por Portal Brasil publicado: 15/04/2010 12h00 última modificação: 28/07/2014 09h25

O resultado positivo das vendas do varejo, em crescimento de 1,6% no mês de fevereiro, expressa um crescimento mais consistente no ritmo de vendas. Na comparação com fevereiro de 2009, o volume de vendas e a receita nominal do varejo cresceram 12,3% e 15,3%, respectivamente. No primeiro bimestre, esses indicadores registraram elevação de 11,3% e 13,9%. Nos últimos doze meses, volume e receita acumularam crescimentos de 6,0% e 10,5%.


O comércio varejista ampliado, na passagem de janeiro para fevereiro, teve crescimento de 2,1% para volume de vendas e 2,5% para a receita nominal. Comparado com o mesmo mês do ano anterior as variações foram de 13,6% para o volume de vendas e de 15,7% para a receita nominal. No bimestre, os resultados foram 19,7% para o volume e de 13,6% para a receita. No acumulado dos últimos 12 meses, o setor apresentou taxas de variação de 8,3% e 9,0% para o volume e para a receita nominal de vendas, respectivamente.


Nesse segundo mês do ano, oito das dez atividades pesquisadas obtiveram resultados positivos para o volume de vendas. Em ordem das maiores taxas, os resultados foram os seguintes: artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (3,9%); tecidos, vestuário e calçados (3,4%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,0%); material de construção (2,8%); veículos e motos, partes e peças (2,5%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,6%); móveis e eletrodomésticos (1,2%); combustíveis e lubrificantes (1,0%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-0,8%); e livros, jornais, revistas e papelaria (-2,2%).


Já na relação com o fevereiro de 2009  todas as atividades do varejo obtiveram resultados positivos no volume de vendas, por ordem de importância: 11,5% para hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; 22,2% para móveis e eletrodomésticos; 15,5% para artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos; 11,8% para tecidos, vestuário e calçados; 4,8% para combustíveis e lubrificantes; 5,1% em outros artigos de uso pessoal e doméstico; 18,8% para equipamentos e material para escritório, informática e comunicação; e 10,7% para livros, jornais, revistas e papelaria.

 

Fonte:

IBGE

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