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Economia e Emprego

Líbano é porta de entrada, dizem empresários brasileiros

por Portal Brasil publicado: 16/04/2010 11h31 última modificação: 28/07/2014 09h25

A última etapa da missão empresarial coordenada pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, acaba nestsa sexta-feira (16) em Beirute, no Líbano. Para a maioria dos empresários, o país representa a porta de entrada para várias regiões do Oriente Médio e da África, nos setores de energia e construção civil. Apesar de ter um mercado interno pequeno, segundo afirmaram, o empresariado controla setores específicos.
 
"Na minha área, é fundamental estar aqui porque os libaneses abrem as portas para a região. Eles têm uma infraestrutura invejável, detêm o conhecimento e, na maioria dos casos, o controle absoluto de alguns setores", disse Roberto Coelho, da Usiminas.
 
"No meu caso, o interesse está focado no setor de telecomunicações. Os libaneses são os responsáveis por essa área no que diz respeito aos geradores e às torres de celular", afirmou Vinícius Poit, da Poit Energia SA.
 
O Líbano já teve uma das economias mais desenvolvidas da Ásia Ocidental. Atualmente, o governo atua para estimular a estabilidade política e econômica do país e atrair investimentos estrangeiros.
 
Os libaneses se interessam principalmente pela compra de carne bovina, de bois e vacas vivos, café em grãos e carne de frango. Em exportações, o Líbano ocupa a 55ª posição entre os mercados de destino. Na importação, se posicionou em 120º lugar.
 
O empresário Vinícius Leone, da Leone Equipamentos e Máquinas, disse estar entusiasmado com as perspectivas. Segundo ele, seu foco são os postos de combustíveis, e o país têm investidores externos e internos expressivos. "As expectativas são as melhores possíveis porque há operadores mundiais atuando aqui e isso facilita muito para nós", disse.
 
Para o empresário Murilo Farias, da Eleva Brasil, que atua no ramo da construção civil, é fundamental ampliar as relações com os libaneses porque eles são os responsáveis pelo setor em que ele trabalha em várias regiões, como o Senegal. "Não se resolve nada no Senegal, sem a autorização dos libaneses. Então é importante estar aqui, ver como eles trabalham, o que podemos fazer juntos para avançar", disse.
 
A viagem dos 87 empresários brasileiros começou no último domingo (11) no Irã. Eles seguiram depois para o Egito e concluem a última etapa nesta sexta (16), no Líbano.

Fonte:
Agência Brasil

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