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Economia e Emprego

Porto de Santos pode triplicar capacidade de movimentação de carga

por Portal Brasil publicado: 10/06/2010 18h53 última modificação: 28/07/2014 09h22

O porto de Santos triplicará sua capacidade de movimentação de carga das atuais 83 milhões de toneladas para 230 milhões de toneladas até 2024, conforme informou nesta quinta-feira (10) o ministro extraordinário de Portos, Pedro Brito, durante palestra na Secretaria de Assuntos Estratégicos.

Segundo afirmou o ministro, os 10 mais importantes portos brasileiros irão receber incentivos para infraestrutura e logística, dentro de uma política específica de planos diretores, de modo a aumentar sua capacidade de recebimento de carga.

Os investimentos fazem parte do Plano Estratégico para o setor portuário, iniciado com metas para as próximas duas décadas. “O plano vai nos orientar em relação às necessidades de investimentos públicos e privados para os próximos anos”, explicou Pedro Brito. O ministro se referiu, entre outros, aos portos de Santos, Rio Grande (RS), Rio de Janeiro, Itaguaí (RJ), Aratu (BA) e Itaqui (MA).

O aumento de investimento na infraestrutura dos portos poderá facilitar a entrada de mais e maiores navios para descarga de produtos no País. Mas, para os portos, explicou o ministro Brito, aumentar o tamanho dos navios significa aumentar os gastos com dragagem (aprofundamento do leito do mar, para facilitar o atracamento).

“No porto de Santos, estamos dragando para 15 metros de profundidade”, disse o ministro. Segundo ele, com essa operação, a Marinha poderá autorizar a aproximação de navios com maior capacidade de carga. “A dragagem imediatamente gera maior eficiência na operação portuária, isso porque navios maiores vão entrar no porto, reduzindo custos”, explicou Brito.

No encontro, o ministro também  lembrou que a atividade portuária exige planejamento e estudo de escala (estrutura específica para os navios) para ser eficiente. “Não posso montar uma estrutura para receber navios de grande capacidade e receber um navio por ano, porque é desperdiçar recursos”, disse Pedro Brito.

Fonte:
Secretaria de Assuntos Estratégicos

 
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