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Economia e Emprego

Exportações aumentam nas cinco regiões brasileiras

por Portal Brasil publicado: 13/08/2010 16h24 última modificação: 28/07/2014 09h26

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) divulga nesta sexta-feira (13) os dados referentes à balança comercial dos 26 estados e do Distrito Federal e dos mais de 2.147 municípios que operaram no comércio exterior de janeiro a julho de 2010.

 

No período de janeiro a julho de 2010, as exportações da região Nordeste cresceram 43% na comparação com os primeiros sete meses de 2009, passando de US$ 6,1 bilhões para US$ 8,8 bilhões. No Sudeste as vendas cresceram 36% no mesmo período, de US$ 43,4 bilhões para US$ 59,3 bilhões, da região Norte, 19%, de US$ 5,71 bilhões para US$ 6,8 bilhões, da região Sul, 11%, de US$ 18,7 bilhões para US$ 20,8 bilhões, da região Centro-Oeste 7%, de US$ 8,7 bilhões para US$ 9,4 bilhões.

 

Com relação às exportações no mês de julho de 2010, a região Norte, com US$ 1,4 bilhão, foi a que obteve maior variação nas vendas ao mercado externo, representando 65%, na comparação a julho de 2009, seguida de Sudeste (US$ 9,6 bilhões), com crescimento de 28%, Sul (US$ 3,6 bilhões) com 19%, Nordeste (US$ 1,1 bilhão) com 9% e Centro-Oeste (US$ 1,5 bilhão) com 7%.

 

Dentre os estados, São Paulo (US$ 4,5 bilhões) foi o que mais exportou no mês de julho de 2010, seguido por Minas Gerais (US$ 2,8 bilhões) e Rio Grande do Sul (US$ 1,5 bilhão). Os próximos estados do ranking foram Paraná (US$ 1,3 bilhão), Pará (US$ 1,2 bilhão), Rio de Janeiro (US$ 1,1 bilhão) e Espírito Santo (US$ 1 bilhão).

 

Na comparação com julho de 2009, Roraima (-67%), Tocantins (-34%), Rio de Janeiro (-30%), Rondônia (-17%), Piauí (-13%), Mato Grosso (-10%) e Alagoas (-4%) diminuíram suas exportações em 2010.

 

Na balança comercial dos municípios, Angra dos Reis (RJ) manteve a primeira colocação com embarques de US$ 5 bilhões nos sete primeiros meses do ano. Dentre os dez mais bem colocados nas vendas internacionais, a cidade de São Paulo (SP) aparece em segundo lugar com US$ 3,6 bilhões, seguida por Parauapebas (PA), com US$ 3,1 bilhões.

 

Do quarto até o décimo no ranking aparecem Santos (SP), com US$ 2,8 bilhões, São José dos Campos (SP), com US$ 2,5 bilhões, Itabira (MG), com US$ 2,47 bilhões; Paranaguá (PR), com US$ 2,45 bilhões, São Bernardo do Campo (SP), com US$ 2,1 bilhões, Vitória (ES), com US$ 2,08 bilhões, e Macaé (RJ), com US$ 2,05 bilhões.

 

Fonte:
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

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