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Nordeste tem expansão da economia, demais regiões diminuem ritmo de crescimento

por Portal Brasil publicado: 03/08/2010 20h41 última modificação: 28/07/2014 09h27

A atividade econômica apresenta comportamentos distintos nas regiões do País, indica o Boletim Regional do Banco Central (BC), divulgado nesta terça-feira (3). A região Nordeste foi a única que apresentou expansão da economia. Na região Norte foi registrada continuidade da recuperação e no Centro-Oeste, Sul e Sudeste houve redução no ritmo de crescimento.

Segundo o relatório, o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos, nesse período, cresceu 9,5% na Bahia, 8,9% no Ceará e 7,8% em Pernambuco. O Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-NE), calculado pelo BC, apresentou expansão de 3,3%. No trimestre encerrado em fevereiro, em relação ao finalizado em novembro, o crescimento havia sido de 2,2%.

Já a atividade econômica na região Norte segue em recuperação, apesar do menor crescimento do IBCR-N. Esse indicador cresceu 1,3% no trimestre encerrado em maio em relação ao finalizado em fevereiro, quando o indicador havia crescido 4,3%, no mesmo tipo de comparação (em relação ao trimestre encerrado em novembro). O impulso para a região vem da indústria que “cresceu acima de 20% nos cinco primeiro meses deste ano, em relação a igual período de 2009”. Essa expansão da indústria é reflexo do fortalecimento da demanda interna, com aumento das vendas varejistas.

No Centro-Oeste, houve “arrefecimento” da atividade econômica, informa o boletim. O IBCR-CO registrou alta de 1,4% no trimestre encerrado em maio, em relação ao finalizado em fevereiro, quando havia crescido 3,2%, segundo o mesmo tipo de comparação. O boletim destaca o “relativo dinamismo da indústria e da pecuária bovina, e a ampliação na geração de empregos, que deverá assegurar o desempenho do comércio varejista da região”.

Na região Sudeste também foi registrada redução no ritmo de expansão, apesar do dinamismo da produção industrial. O IBCR-SE cresceu 1,3% no trimestre encerrado em maio, em relação ao finalizado em fevereiro. A expansão anterior havia sido de 3,2%.

No Sul também foi verificado menor ritmo da atividade econômica, com crescimento de 1,8% do IBCR-S, no trimestre encerrado em maio, em relação ao finalizado em fevereiro, quando havia aumentado 3,9% no mesmo tipo de comparação. O boletim enfatiza ainda que “o dinamismo do consumo interno vem originando algum descompasso entre a oferta e a demanda [por produtos e serviços] agregadas, suscitando a atuação do Banco Central para assegurar a manutenção da estabilidade dos preços”.


Fonte:
Agência Brasil

 

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