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Preço da cesta básica em julho foi menor em 16 cidades, afirma Dieese

por Portal Brasil publicado: 05/08/2010 10h51 última modificação: 28/07/2014 09h27
Foto:Divulgação/Ceasa Espírito Santo Em julho, a queda no preço do tomate reduziu o valor da cesta em 17 capitais, com destaque para o RJ, BH e Curitiba

Em julho, a queda no preço do tomate reduziu o valor da cesta em 17 capitais, com destaque para o RJ, BH e Curitiba

O valor da cesta básica em julho ficou menor em 16 das 17 cidades pesquisadas mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgada nesta quarta-feira (4), a redução no valor da cesta nas capitais foi puxada, principalmente, pela queda no preço do tomate, açúcar e da batata.

No mês passado, o tomate ficou mais barato nas 17 capitais pesquisadas. O açúcar apresentou queda em 15 capitais, enquanto a batata registrou queda em nove capitais. Na pesquisa, doze cidades registraram, ainda, redução no preço do leite, enquanto o pão e o óleo de soja apresentaram preços maiores em dez localidades.


Entre as capitais onde houve queda no custo da cesta, houve destaque para o Rio de Janeiro (-6,60%), Belo Horizonte (-5,86%), Curitiba (-4,86%), Florianópolis (-4,75%) e Porto Alegre (-4,22%).


O maior custo para os produtos alimentícios essenciais foi verificado em São Paulo, onde o valor da cesta ficou em R$ 238,38, seguida por Porto Alegre (R$ 237,67) e Manaus (R$ 233,00). As cestas mais baratas foram encontradas em Aracaju (R$ 181,04), Fortaleza (R$ 181,73) e João Pessoa (R$ 191,17).


No acumulado do ano, duas cidades tiveram redução no preço da cesta básica: Brasília (-0,47%) e Rio de Janeiro (-0,12%). Os maiores aumentos ocorreram em Recife (17,23%), Goiânia (12,63%), Natal (12,29%) e João Pessoa (12,04%).


Segundo o Dieese, o salário que deveria suprir as despesas familiares de um trabalhador com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência deveria ser de R$ 2.011,03, o que significa 3,94 vezes o salário mínimo em vigor (R$ 510). O salário estimado para julho é menor do que o valor mínimo estimado para suprir as necessidades estipuladas pelo instituto em junho, que foi de R$ 2.092,03.

Fonte:
Agência Brasil

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