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Economia e Emprego

Preços ao Consumidor continuam em queda por conta de alimentos

por Portal Brasil publicado: 09/08/2010 14h47 última modificação: 28/07/2014 09h26
Divulgação/ Agência de Notícias do estado do Paraná Batata-inglesa ,tomate , e cebola foram alguns dos itens que continuaram em queda , mas outras categorias recuperaram preços

Batata-inglesa ,tomate , e cebola foram alguns dos itens que continuaram em queda , mas outras categorias recuperaram preços

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), manteve-se em deflação (-0,18%), na primeira prévia de agosto. Entre os componentes do IPC-S, a taxa do grupo alimentação, principal responsável por manter o índice em queda, ficou em -1,20%, ante -0,19%.


Entre os destaques estão a batata-inglesa (de -18,96% para -26,50%), o tomate (de -31,18% para -28,50%), mamão papaia (de -7,93% para -17,19%), leite do tipo longa vida (de -4,99% para -3,64%), e a cebola (de -8,60% para -9,36%).

 

A taxa, no entanto, mostrou aumento em alguns setores, o que indica movimento de recuperação dos preços, já que no encerramento de julho a queda tinha sido mais expressiva (-0,21%).Quatro dos sete grupos pesquisados apresentaram aumentos, entre os quais saúde e cuidados pessoais (de 0,42% para 0,49%), puxado pelos tratamentos odontológicos (de -0,52% para 0,32%). Em transportes, a taxa subiu de 0,15% para 0,21%, sob influência do álcool combustível (de 2,29% para 4,06%).

 

Os preços em habitação também ficaram mais altos (de 0,23% para 0,27%), principalmente, a contratação de trabalhadores para as tarefas domésticas (de 0,14% para 0,25%). Em educação, leitura e recreação, a taxa passou de -0,10% para 0,02%. No grupo despesas diversas, a elevação atingiu 0,91%, ante 0,95%, com destaque para a redução da velocidade de aumentos dos preços dos cigarros (de 2,79% para 2,12%).

 

Na lista dos principais itens que pressionaram a inflação estão o alho (de 14,06% para 13,95%), o cigarro (de 2,79% para 2,12%), as tarifas de eletricidade residencial (de 0,69% para 0,64%) e de energia elétrica residencial (de 0,69% para 0,64%), a manga (de 10,14% para 11,67%) e o aluguel residencial (de 0,36%para 0,41%).

 

Fonte:
Agência Brasil

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