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Economia e Emprego

Dieese: desemprego recua para 12,4% em julho

por Portal Brasil publicado: 25/08/2010 16h45 última modificação: 28/07/2014 09h26

Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), divulgada nesta quarta-feira (25), a taxa de desemprego nas regiões metropolitanas atingiu 12,4%, em julho de 2010, contra 12,7% registrados no mês anterior.


As sete regiões metropolitanas estudadas têm 2,7 milhões de pessoas desempregadas, 66 mil a menos do que em junho. O nível de ocupação variou 0,3%, com a criação de 49 mil novas vagas, e houve estabilidade da População Economicamente Ativa (PEA), com 18 mil pessoas a menos no mercado de trabalho. O total de ocupados nas sete regiões ficou em 19,2 milhões e a PEA em 22 milhões.


No mês anterior valor foi de 12,7%. Na comparação com julho de 2009, taxa nas 7 regiões apuradas caiu 2,4 pontos percentuais – de 14,8%. Nos últimos 12 meses a queda foi de 16,2%. A menor taxa de desemprego foi em Belo Horizonte (8,3%). As demais regiões metropolitanas apuradas tiveram taxas de 8,9%, em Porto Alegre; 10,2%, em Fortaleza; 12,6%, em São Paulo; 13,7%, no Distrito Federal; 16,9%, em Salvador e 17,2%, a mais alta, no Recife.


De acordo com a pesquisa, o número de pessoas empregadas cresceu 1% em Recife, 1,1% em Porto Alegre e 0,6% no Distrito Federal. O nível de ocupação cresceu na construção civil (3,1%, com 38 mil vagas), indústria (20 mil ou 0,7%) e serviços (0,4% ou 37 mil). O estudo registrou queda no segmento de outros setores (1,8% ou 29 mil postos de trabalho) e comércio (-0,5% ou 17 mil vagas).


Já o rendimento aumentou 4,1% em Recife; 3% em Fortaleza; 1,7% em Belo Horizonte; e 0,9% em Porto Alegre. A pesquisa registrou redução nos rendimentos em Salvador (1,3%) e no Distrito Federal (0,6%) e estabilidade em São Paulo.


Na comparação com julho de 2009, houve queda da taxa de desemprego de 14,8% para os atuais 12,4%. No acumulado dos 12 meses, o nível de ocupação aumentou 4,1%. Foram criadas 766 mil vagas, número maior do que o de pessoas que entraram no mercado de trabalho (274 mil), que resultou na redução do contingente de desempregados em 491 mil pessoas.


Quando analisados os setores, o nível de ocupação aumentou em serviços (3,9%), indústria (9,5%), construção civil (12,5%) e comércio (1,7%).


Fonte:
Agência Brasil

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