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Economia e Emprego

Taxa de desemprego no País cai a 6,2%

por Portal Brasil publicado: 21/10/2010 12h38 última modificação: 28/07/2014 09h28

A taxa de desocupação em setembro foi de 6,2%, recuou 0,5 ponto percentual em relação a agosto último (6,7%) e 1,5 ponto em relação a setembro de 2009 (7,7%). A população ocupada  de 22,3 milhões de pessoas cresceu 0,7% em relação a agosto e 3,5% em relação a setembro de 2010. A população desocupada de 1,5 milhão caiu 7,5% em relação a agosto e 17,7% no ano, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O número de trabalhadores com carteira assinada (10,3 milhões) ficou estável no mês e cresceu 8,6% no ano. O rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 1.499) subiu 1,3% na comparação mensal e 6,2% no ano. A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados (R$ 33,8 bilhões em setembro de 2010) cresceu 2,1% no mês e 10,1% em relação a setembro de 2009.

Regionalmente, a taxa de desocupação teve variação significativa apenas na Região Metropolitana de Salvador, onde sofreu redução de 1,4 ponto percentual frente ao mês anterior. Na análise anual foram registradas quedas em Recife (1,7 p.p.), Belo Horizonte (1,5 p.p.)  São Paulo (2,4 p.p.) e em Porto Alegre (1,3 p.p.).

O contingente de desocupados, estimado em 1,5 milhão no agregado das seis regiões investigadas, em comparação com agosto sofreu redução de 7,5%. Em relação ao ano anterior a queda no contingente foi mais expressiva, chegando a 17,7%, ou seja, menos 319 mil pessoas nessa condição.

A população ocupada (22,3 milhões) no total das seis regiões, apresentou alta de 0,7% em relação a agosto e de 3,5% em relação a setembro de 2009, com a criação de 762 mil postos de trabalho no ano. No total das seis regiões metropolitanas, observou-se que o contingente de ocupados, em todos os grupamentos de atividade, permaneceu estável em relação a agosto último.

Na comparação anual, houve alta na Indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água, 3,5%; nos Serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira, 4,4%; na Educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social, 5,9% e nos Outros serviços, 8,2%.

 


Fonte:
IBGE

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