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Economia e Emprego

Inflação medida pelo IGP-DI aumenta para 1,58% em novembro

por Portal Brasil publicado: 09/12/2010 13h41 última modificação: 28/07/2014 09h30

A inflação de novembro medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), da Fundação Getulio Vargas (FGV), ficou em 1,58%. De acordo com os números divulgados nesta quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV, a taxa superou a observada um mês antes, 1,03%. Com isso, o acumulado do ano chega a 10,88% e a taxa dos últimos 12 meses, a 10,75%.

O IGP mede o comportamento de preços em geral da economia. Segundo a FGV, disponibilidade interna é a consideração das variações de preços que afetam diretamente as atividades econômicas no País.

Dos três componentes do IGP-DI, o que apresentou maior variação em novembro foi o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), com alta de 1,98%. A taxa, que representa 60% do índice global, havia ficado em 1,32% um mês antes. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que em outubro havia apresentado elevação de 0,59%, também registrou em novembro alta mais intensa, de 1%. O IPC responde por 30% do IGP-DI. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), último a compor o IGP-DI, com 10% de participação, teve em novembro alta de 0,37%, depois de registrar 0,20% em outubro.

No caso do IPA, o aumento foi influenciado pelas matérias-primas brutas (de 2,31% para 4,27%), com destaque para bovinos (de 4,57% para 11,05%), algodão em caroço (de 3,97% para 20,01%) e soja em grão (de 5,56% para 8,62%). Os bens finais tiveram acréscimo de 1,07%, menor do que um mês antes (1,54%), e os bens intermediários registraram aumento na taxa, que passou de 0,41%, para 1,10%, pressionada por materiais e componentes para a manufatura (de 0,41% para 1,41%).

No IPC, houve acréscimo nas sete classes de despesa que o compõem, sendo a principal elevação observada no grupo alimentação (de 1,38% para 2,27%), com aumento nos preços das carnes bovinas (de 3,88% para 10,71%), das frutas (de –1,18% para 3,95%) e dos adoçantes (de 3,18% para 7,14%).

 

Fonte:
Agência Brasil

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