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Economia e Emprego

Cesta básica subiu mais de 10% na maioria das capitais em 2010, aponta Dieese

por Portal Brasil publicado: 11/01/2011 16h45 última modificação: 28/07/2014 14h10
Lucíola Zvarick/Prefeitura de Carmo do Rio Claro Do total de itens da cesta básica, o feijão foi um dos itens que puxou a alta em 2010. Em dez capitais, de um total de 17, o aumento anual do produto passou de 50%

Do total de itens da cesta básica, o feijão foi um dos itens que puxou a alta em 2010. Em dez capitais, de um total de 17, o aumento anual do produto passou de 50%

Em 14 das 17 capitais pesquisadas, o preço da cesta básica subiu no ano passado mais de 10%, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgado nesta terça-feira (11). As maiores altas ocorreram em Goiânia (22,9%), Recife (19,96%), Natal (18,14%), Manaus (16,73%), Fortaleza (16,21%) e São Paulo (16,20%). As capitais onde os preços dos gêneros de primeira necessidade variaram menos foram Aracaju (3,96%), Brasília (5,15%) e Porto Alegre (6,13%).

O feijão foi um dos itens que puxou a alta: em dez capitais, o aumento anual passou de 50%. Em Goiânia, por exemplo, o preço praticamente dobrou, com aumento de 99,04%, assim como em Recife, que registrou alta de 97,84%. O menor aumento apurado ocorreu em Brasília (22,82%).

A carne bovina foi outro alimento que encareceu expressivamente em 2010. Em 14 cidades, a alta passou de 20%. Goiânia (44,65%), Rio de Janeiro (39%), Fortaleza (36,94%) e São Paulo (35,32%) registraram as maiores elevações. O menor aumento se deu em Aracaju (6,73%). O aumento da demanda internacional e a seca que afetou as pastagens em meados do ano foram apontados pelo Dieese como principais fatores para a alta nos preços.

A estiagem também foi responsável pela elevação no preço do leite, de 25,11% em Florianópolis, 25,10% em Goiânia e 22,83% em Salvador.

A quebra da safra de grandes produtores, como a Índia, puxou para cima o preço do açúcar. Em nove capitais, o produto subiu mais de 20%, principalmente em Goiânia (31,51%), João Pessoa (29,87%) e Belém (24,66%).


Fonte:
Agência Brasil

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