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Economia e Emprego

Faturamento da indústria voltou a crescer em novembro, segundo CNI

por Portal Brasil publicado: 20/01/2011 18h47 última modificação: 28/07/2014 14h11

O ritmo da atividade industrial voltou a crescer em novembro, quando todas as variáveis evoluíram na comparação com o mês de outubro, inclusive o faturamento real, que avançou 1,9%, de acordo com os Indicadores Industriais divulgados nesta quinta-feira (20) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O gerente executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, ressaltou que as horas trabalhadas cresceram 1,6% na comparação mensal; o emprego aumentou 0,4%; a massa salarial, 3,9%; o rendimento real do setor, 4,1%; e a utilização da capacidade instalada (UCI) da indústria, 0,2%, situando-se em 82,6%. Um pouco abaixo, ainda, da UCI de setembro de 2008, que foi de 83,3%.

Ele disse que, pelos indicadores da pesquisa relativa a novembro, “o mercado de trabalho está mais aquecido” que nos meses anteriores do segundo semestre, que apresentaram crescimento moderado, e o faturamento até recuou no mês de outubro.

Ele destacou que o faturamento avançou 10,4% no acumulado de janeiro a novembro, enquanto as horas trabalhadas cresceram 7,5% em relação a igual período de 2009.

São indicadores que demonstram forte expansão da indústria de transformação, mesmo considerando-se que parte desse crescimento, no ano, “foi de recuperação das perdas com a crise financeira recente”.

Castelo Branco salientou, porém, que as medidas adotadas pelo Banco Central, em dezembro, de restrição ao crédito, e a retomada do ajuste fiscal acompanhada do aumento dos juros “não são favoráveis ao desenvolvimento do setor produtivo”.

A pesquisa da CNI constatou que 18 dos 19 setores da indústria de transformação cresceram em novembro. Destaque para os setores de material eletrônico e de comunicação (+38,1%), máquinas e material elétrico (+34,3%) e produtos de metal (+29,3%). Sete segmentos evoluíram entre 10% e 20%, enquanto nove setores cresceram menos. Só o setor de refino e álcool teve decréscimo de 3,7%, segundo a CNI.


Fonte:
Agência Brasil

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