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Economia e Emprego

Ministros de Brasil e Argentina discutem agenda comum para encontro do G-20

por Portal Brasil publicado: 11/02/2011 19h14 última modificação: 28/07/2014 14h12

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o ministro da Economia da Argentina, Amado Boudou, se reuniram nesta sexta-feira (11), em São Paulo, para discutir uma agenda comum para o encontro do G-20, que acontece no final da próxima semana, em Paris, na França.

De acordo com o ministro Guido Mantega, Brasil e Argentina costumam ter posições muito próximas quanto aos temas que devem surgir na reunião e tendem a ser polêmicos, como a alta do preço das commodities.“Somos grandes exportadores de commodities e temos posições semelhantes quanto ao que não se deve fazer no que se refere a essa questão”, disse o ministro.

Os dois países concordam, por exemplo, que as discussões do G-20 não devem passar pela regulação de preços, conforme afirmou o ministro Amado Boudon. O ministro brasileiro destacou que as causas da elevação dos preços das commodities estão “muito bem detectadas” e afirmou que os dois parceiros do Mercosul também vão defender o estímulo à produção. Os dois ministros preferiram não revelar outras posições que serão levadas ao G-20.

No encontro desta sexta-feira, eles também avançaram em temas como o comércio em moeda local, que deverá ser intensificada. “Não há um grande comércio em moeda local ainda. O ministro Boudou trouxe algumas idéias para que possamos aperfeiçoar”, disse Mantega.

O brasileiro afirmou que o comércio em moeda local deu oportunidade para estimular pequenas e médias empresas. “Nossas equipes estão analisando como melhorar esse sistema”. As equipes dos dois governos também estão estudando a realização de uma parceria com a Casa da Moeda brasileira para produção de moeda argentina.

Mantega ressaltou ainda a parceria no comércio com o vizinho, que tem um volume de R$ 32 bilhões. “Isso mostra o sucesso do Mercosul, mostra uma integração importante e sempre poderemos aperfeiçoar esse comércio, que tende a se ampliar”, enfatizou.


Fonte:
Ministério da Fazenda

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