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Economia e Emprego

Defensivos agrícolas movimentam US$ 7,3 bilhões em vendas

por Portal Brasil publicado: 29/03/2011 11h18 última modificação: 28/07/2014 14h14

O mercado de defensivos agrícolas no Brasil, que em 2010 movimentou US$ 7,3 bilhões em vendas, pode crescer até 15% este ano, influenciado principalmente pelos preços recordes de culturas que usam muito esses produtos, como soja, cana-de-açúcar, milho e algodão.“Podemos ter surpresas positivas”, diz o diretor executivo da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), Eduardo Daher.

Ele observa, no entanto, que o percentual de aumento das vendas de defensivos projetado pela Andef e pelo Ministério da Agricultura é mais conservador, de 4,4% - igual ao crescimento estimado para o Produto Interno Bruto (PIB) do País.

Daher disse que os produtores brasileiros incorporam mais tecnologias à produção quando a cultura agrícola está com uma boa cotação, o que deve ocorrer este ano. Ainda assim, segundo ele, o Brasil, mesmo sendo o segundo maior consumidor mundial desses produtos, usa bem menos defensivos do que outros países na média por hectare. Ele aponta o “desmonte da extensão rural em 1990” como uma das causas disso, levando a uma má utilização da tecnologia agrícola.

“Usamos, em média por hectare, um décimo do que se usa no Japão, metade dos americanos e um terço dos franceses”, afirmou Daher, após reunião da Câmara Temática de Insumos Agropecuários, no Ministério da Agricultura, na segunda-feira (28). No Hemisfério Norte, ressaltou, os agricultores plantam apenas uma safra por ano, enquanto que no Brasil são duas.

Quase 80% dos defensivos vendidos em 2010 foram utilizados nas culturas de soja (46%), cana (11%), milho (10%) e algodão (10%). A maior parte do produto foi vendida em seis estados: Mato Grosso (20%), Paraná (15%), São Paulo (14%), Rio grande do Sul (11%), Goiás (10%) e Minas Gerais (9%).

 

Fonte:
Agência Brasil

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